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Frase de Márcia Cardoso da Silva Valente

REPARTINDO OS BENS Deixo pra você, não discos nem livros Nunca dividimos nada físico.. Deixo pra você, não cabides vazios Nem espaço na cama... É tudo teu... Pega pra você os sorrisos que eu te dei O tempo que eu dediquei... Leva..é tudo teu! Fica com meus olhares, minhas caretas Leva...eram teus mesmo.Não dava pra mais ninguém... Só queria que você me devolvesse meus arrepios..aqueles, que sentia quando você chegava.Estão com você? Não sei realmente onde os perdi... Comigo, aqui, seu,ficou só tua alegria, tuas bobagens; Mas já te aviso que não vou devolver Ainda me fazem falta. Ah! O teu silêncio ta aqui tambem.Uso ele todo dia pra esquecer você... Sem beijos,sem medos, sem nada...

Márcia Cardoso da Silva Valente

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Márcia Cardoso da Silva Valente

Se um dia fui domada pela paixão que arrasa, é por amor que hoje vou pra casa , onde sem pressa quero descansar. Marcia Cardoso da Silva Valente (mon Gloss)
DOIS CAMINHOS, UM ATALHO E NENHUM DESTINO. Ele tomava sempre duas direções. A cada lugar que tentava ir encontrava uma bifurcação. Por vezes usava atalhos, pensando ter encontrado o caminho mais rápido . As vezes caminhava ao mesmo tempo por duas vias. Por vezes tomava o caminho…
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DOIS CAMINHOS, UM ATALHO E NENHUM DESTINO. Ele tomava sempre duas direções. A cada lugar que tentava ir encontrava uma bifurcação. Por vezes usava atalhos, pensando ter encontrado o caminho mais rápido . As vezes caminhava ao mesmo tempo por duas vias. Por vezes tomava o caminho mais longo, por ser o mais bonito, cheio de árvores frondosas, por onde o sol escapava e riscava no chão um traçado brilhante. Por vezes escolhia o caminho mais curto, sombrio e esquecia que atalhos na maioria das vezes são perigosos. Dizia que não se preocupava com o destino e sim com o caminho. Mas quem anda, anda sempre visando chegar...se não há destino escolhido, não há porque caminhar .. a não ser que seja so por admirar a paisagem escolhida. Contemplar os campos, assuntar os cheiros,se emocionar com texturas e cores. Há caminhos e caminhos e há que se ter cuidado porque existem caminhos sem volta. Tantas vezes seguimos o arco-íris que se faz desenhar no firmamento. Tantas vezes tomamos estradas só porque avistamos nela casinhas mal pintadas, com jeitinho simples , aroma de café fresco e tão acolhedoras. Ele nunca escolhe as rodovias de acesso rápido,seguras,que cobram tributos em forma de pedágio, mas que certamente sabem onde nos levam...Ele preferia não ter destino...andar a esmo, se embrenhar por vielas e caminhs escusos. Mas ela não. Ela gostava de mapas...do certo, e, decerto, atalho não era. Eram dois caminhos... e nenhum destino.

Porque é sempre no escuro da madrugada que as coisas se fazem claras.É quando se precisa de alento, quando se conta só com o vento, que podemos ver bem claramente, tudo que o outro "não" sente. Não vem do que se diz, vem do que se faz, a resposta. E eu, mera aprendiz na arte de e…
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Porque é sempre no escuro da madrugada que as coisas se fazem claras.É quando se precisa de alento, quando se conta só com o vento, que podemos ver bem claramente, tudo que o outro "não" sente. Não vem do que se diz, vem do que se faz, a resposta. E eu, mera aprendiz na arte de entender mensagens subliminares, fico a deriva. Não sei ainda me doar sem pensar no retorno, no em torno. Não sei viver so de mim. Ainda. De verdade? Nem sei se quero aprender. Gosto muito da troca, do vai-e-vem, da generosidade não generosa. Escapo do rosa e viro roxa. Calo todos os meus "ais"...sei que mereço algo mais! Márcia

ESPIRAIS Somos dois espirais Que se formaram já faz tempo
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ESPIRAIS Somos dois espirais Que se formaram já faz tempo Vamos rodando, desprezando fragmentos Do que deveríamos ser e não somos. Quando giramos Gira junto o universo Cíclico,cínico, submerso Na imensidão do que fomos Roda pra esquerda Que eu me defendo e rodo em sentido contrário Lutando contra as fagulhas Que desprendo quando encosto em você. Rodo um "eu" híbrido Metade focada na lua Metade jogando na rua Pedaços de mim que você nunca crê.