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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Talvez Etnólogo Tenho me surpreendido comigo mesmo através do que venho escrevendo há alguns anos, e as vezes me pergunto, fui eu quem escreveu isso? Pós Modernidade, tempos difíceis para os etnólogos que vivenciam e experienciam costumes de sociedade e povos diferentes, tentando sobreviver ao globalitarismo, cada qual, seguira o seu caminho imposto ou os mais afortunados escolhidos. Como os monges, nós "etnólogos" mergulhamos nas sociedades e culturas, como um monge mergulha em busca da mais profunda paz na meditação, nos isolando, e ao mesmo tempo nos conectando com outras dimensões de verdades desconhecidas. De varias palestras que participei e em sigilo comuniquei, dizem que sou intelectual, sem se recordarem de uma só frase e palavra dita, mas acham legal. Legal, simboliza, significa a lastimável condição de imobilismo e conformismo das massas imediatistas.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.