Frase de Juares de Marcos Jardim - Santo André - São Paulo-SP
Qual o destino do poeta errante, mero diletante ocasional, invasor sideral qual distraído astronauta acidental, um venturoso viajor incidental à bordo do foguete sideral. Um cometa tresloucado resvalando pelas noites enevoadas, qual Príncipe Valente adentrando tavernas medievais, ora enfrentando os Dragões dos Reis de Espanha, ora afrontando destemidamente os mercenários da Legião Francesa, até mesmo as hordas dos Hunos, tendo à frente o próprio Átila, o Flagelo de Deus. Talvez o destino do poeta seja o mesmo da rosca sem fim... (Juares de Marcos Jardim - Santo André - São Paulo-SP) (© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Juares de Marcos Jardim - Santo André - São Paulo-SP
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