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Frase de Ana Stoppa

Sinfonia da esperança Canto o silêncio das longas madrugadas O frio das paredes de vida desbotadas Canto as estrelas guardiãs das noites Com a coração estilhaçado pelo açoite Canto a saudade esparramada na lida Imensa ladainha da esperança perdida Canto a lua minguante a minguar luz Diante do cansaço pela pesada cruz. Canto a felicidade arrastada no medo Insegurança dos plangentes segredos Canto as sombras ocultas no arrebol Rotineiro amanhecer distante do sol Canto o amor que de frágil se quebrou Sonhos etéreos que o tempo apagou Canto as flores sufocadas nos espinhos A distância da fraternidade no caminho Canto a chama solitária da última vela O sal das lágrimas que a solidão revela Canto trevas que amedrontam os dias O vazio que semeia no existir a agonia Canto ainda que a mágoa teime em ficar Porque canções tornam leve o caminhar E quando a saudade entoar sinfonias Um canto de paz devolve-me a alegria....

Ana Stoppa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Os poetas viajam, divagam, fantasiam. Vivem intensamente, sofrem compulsivamente, esperam pacientemente e sempre amam exageradamente.