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Frase de Cleyton Martins Ribeiro ( Rio das Ostras )

Nem toda lembrança é doce, nem todo doce é agradável, experimentando a vida aprenderemos que o certo nem sempre é o mais certo, assim como errado, nem sempre é. Mas certamente as coisas que nos deixaram o gosto amargo, serão descartadas do nosso cardápio..

Cleyton Martins Ribeiro ( Rio das Ostras )

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Pensador.com

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Outras frases de Cleyton Martins Ribeiro ( Rio das Ostras )

Um velho sábio certa vez explicava para um jovem aprendiz sobre a arte da colheita e dizia: -Muitas pessoas se machucam na vida porque querem, existe uma ordem natural da colheita -Quem semeia distância, colherá a solidão
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Um velho sábio certa vez explicava para um jovem aprendiz sobre a arte da colheita e dizia: -Muitas pessoas se machucam na vida porque querem, existe uma ordem natural da colheita -Quem semeia distância, colherá a solidão -Quem semeia inconstância, nunca colherá a paz -Quem semeia exposição, colherá cachos de inveja. -Quem semeia ingratidão, colherá favos de “não” Disse mais ao aprendiz. - O segredo da colheita não está que se planta isso pouco importa E o jovem mais do que de pressa pergunta. -Como assim? Então onde está o segredo mestre? O ancião responde. - filho o segredo está na fase de regar o que se plantou, o problema não é plantar errado, mas sim alimentar e semente errada. Na vida, por causa da nossa natureza humana deixamos cair um monte de sementes que não deveríamos isso não podemos mudar, mas o que vamos regar sim. Cultive o amor, o carinho, a amizade e verdade e tenho certeza que lhe dará bons frutos. O resto morrerá pelo caminho.

“Às vezes oportunidade bate na nossa porta e nem damos bola, o ruim que ela nunca está sozinha e sai levando um monte de coisas boas que iríamos desfrutar. Preferimos ficar com as coisas velhas, cansadas, aquelas mesmas que sempre nos magoou e assim vamos vivendo nossa medíocre f…
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“Às vezes oportunidade bate na nossa porta e nem damos bola, o ruim que ela nunca está sozinha e sai levando um monte de coisas boas que iríamos desfrutar. Preferimos ficar com as coisas velhas, cansadas, aquelas mesmas que sempre nos magoou e assim vamos vivendo nossa medíocre felicidade”