Frase de Manuel Santos
Por sermos: o MELHOR dos animais; Façamos BEM, todo o nosso fazer; Pra que um dia de nós possam dizer; Quão tivemos, o TAL; havido em tais! Nós… Pela esperteza havida, em nós tão tida: Tal como pelo bom comunicar; Em tais existe este gostoso dar; Que tanto prolongou esta nossa vida!... Prolongou pelo bom cuidado havido; De registarmos o nosso passar; Quer tenha feito rir, ou tão chorar; O importante, foi esse cuidar tão tido. Cuidar, em que sempre, nos socorremos; Por como animais sermos dependentes; Dos saberes que em nós estando ausentes; Não o estão, nos deixares de quem nascemos!... Que bom, é termos um aceder tal; Por tão nos permitir vermos passado; Tal como todo o em tal por nós deixado; Deste nosso existir, como animal. Que bom foi tal existir, registarmos; Desde as velhinhas pinturas rupestres; Até outras artes de grandes mestres; Por tão gostarmos de as apreciarmos!... Pois em tais, há pra nós todo um dizer; Para por nós ser bem apreciado; Nesse bonito havido e registado; Com intenção de nos mostrar: fazer. Fazer, deixado por antepassados; Que para nós tiveram tal prudência; De apurarem, sempre a havida evidência; Dos factos que deixaram relatados!... Daí, hoje em nós termos tais registos; Guardados, pela em tantos: paciência; A que hoje todos chamamos ciência; Para por nós poderem, tais ser vistos. Por da ciência, sermos dependentes; Como do ar pra viver, que respiramos; Vamos tentar expulsar, mal que herdamos; Deixando-a perfeita aos descendentes!... Perfeita, ao em tal: Divino anotarmos; Quando por nós O Tal, seja palpado; Como o é, na história, tal Registado; Quando em boa evidência, a UM TAL provarmos. Pois quando todos nós, bem entendermos; Que pra além de primos, somos IRMÃOS; Talvez então possamos dar as mãos; Por finalmente O Tal, compreendermos!... Porque enquanto isso em nós, cá não fizermos; Vamos continuar a espalhar: dor; Pela nossa enorme, falta de AMOR; Nos ir levar a nascer, pra morrermos. Vamos, pois, primos por filhos da Terra; E animais em tal privilegiados; Por dotes, a mais nenhum, nela dados; Tentar erradicar, da mesma, a guerra!... Tal como de nós: o malvado agir; A que resolvemos chamar: traição; Que em nós causa tanta destruição; Como a guerra ao corpo, no sentir. Porque esta nossa vida há-de acabar; Mais rápido, que o nosso imaginar; Vamos a uma outra: o nosso alento dar; Pondo em nós, o tão bom sabor do AMAR!... Porque quando cá todos nós, tão AMARMOS, Como todos tão fomos, já AMADOS; Sempre que Pelo AMOR, fomos tocados; Não morreremos, por; NELE ficarmos. Por tantos milhões se darem: de estórias; Em cada dia, em nós, por cá passado; Vamos de nós enviar, pra outro lado; As que em nós estão: como más memórias!... Pois pela inteligência em nós havida; Tal como: pelo ensinado deixado; Até, pelo havido, em nós já passado; Não há razão para tais, em nossa vida. Acabemos por tal, com a traição, Pra nos podermos AMAR de verdade; Porque esta vida em nós, já é saudade; Mesmo ainda cá tanto estando! senão... Apreciem mui bem a vossa imagem; Pois nela: em todos temos reflectida; Toda a por nós, já tão passada vida; Tal como a da tão certa, morte; aragem. Por aqui vou este poema acabar; Mas com vontade de continuar; Para com tal a ninguém chatear; Por tão grande ele se estar a tornar!... Pois como a vida, a poesia é; Tão só um em tal deixar registado; Um havido em nós presente e passado; Tal como a de um poeta, havida fé. Por sermos o melhor dos animais; Façamos BEM, todo o nosso fazer; Pra que um dia de nós possam dizer; Que aproveitamos TAL, deixado a tais!... Unamo-nos, como estes versos, cem; Se uniram, por mil sílabas poéticas; Para formarmos: UM, mas sem estéticas; Poema, em tais milhões; que a GENTE tem. Com pena por ter que acabar, para a ninguém chatear;
No pensador.ai desde