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Frase de Claudio Nunes

Estalos de lembrança dolorida vez ou outra gritam em nós. Quantos momentos doces e outros nem tanto se fazem presentes? A dor é sentida, nunca fingida, pois desprendendo-nos do orgulho, notamos aquela pontadinha de saudade aqui e ali...os dias da infância...mãe, pai...quanta nostalgia...irmãos e irmãs, sorrisos inocentes. Um cheiro, uma música... um ato. Certeza é a alegria do existir a despeito do que se passou...bom ou ruim...espiar o futuro e expiar as culpas. Creio no agora. Na singeleza de me saber mortal e na humildade de reconhecer que talvez hoje, amanhã...sei lá...vou me encontrar com o autor disso tudo... Com esse pensamento apego-me ao que disse o mestre Rubem Alves: "Era prazer? Era. Mas era mais que prazer. Era alegria. A diferença? O prazer só existe no momento. A alegria é aquilo que existe só pela lembrança. O prazer é único, não se repete. Aquele que foi, já foi. Outro será outro. Mas a alegria se repete sempre. Basta lembrar." Claudio Nunes

Claudio Nunes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Claudio Nunes

A vida e a morte, por vezes, se confundem num antagonismo bárbaro. Num dia, lamenta-se a perda de alguém querido, o sofrimento é latente...em outro dia, festeja-se a vida, o dom precioso da existência. Fato preocupante é não saber a diferença nos/dos dois momentos...lamentar ou f…
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A vida e a morte, por vezes, se confundem num antagonismo bárbaro. Num dia, lamenta-se a perda de alguém querido, o sofrimento é latente...em outro dia, festeja-se a vida, o dom precioso da existência. Fato preocupante é não saber a diferença nos/dos dois momentos...lamentar ou festejar...em que momento? Para alguns, viver é morte. Não há vida, não há brilho, não se tem prespectivas, não há sonhos...para outros, morrer é liberdade, alívio. Completei algumas muitas décadas de existência (...) já ri demasiadamente, chorei outros tantos, cultivei amizades e fiz alguns desafetos...o paradoxo nos persegue...alguém fez um questionamento muito sério sobre a existência: "onde estará a vida que eu perdi vivendo" e, desde que li isso, contrariando muitas pessoas, levo minha vida com mais leveza, menos certeza, mais conformismo, menos barbarismo...não adianta... A velinha vai se apagar...todos vamos encarar o outro lado. Por enquanto, conhecemos apenas um desses lados...o outro...pode ser melhor...quem sabe...?! Guarde a vida, respeite e não tenha medo da morte!

Simples mortais...quem te disse, professor, que fostes tu a escolher sua "profissão"? Quem te disse que poderias, a partir de então, ter um dia sequer de sono tranquilo? Que serias invisível no meio da multidão... que te esquivarias, quando o peso da responsabilidade implorasse p…
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Simples mortais...quem te disse, professor, que fostes tu a escolher sua "profissão"? Quem te disse que poderias, a partir de então, ter um dia sequer de sono tranquilo? Que serias invisível no meio da multidão... que te esquivarias, quando o peso da responsabilidade implorasse por ti? Que diante de uma multidão de vozes carentes e ouvidos moucos, teria que engolir o orgulho atravessado e estender a mão... Quem disse que tu escolheste isso, irmão? Alguém infinitamente maior olhaste do alto, com olhos marejados, e te deste o dom da entrega...da paternidade...do pastoril....da psicologia...e, principalmente (num país que te despreza tanto e, por isso mesmo, se torna também desprezível), o dom de economista. Isso digo eu: Claudio Nunes...orgulhoso de ser professor de tantos, aluno de outros tantos, e uma criança brincalhona na matéria VIDA.

Devíamos escutar mais o barulho do silêncio... É no silêncio que o caos dentro de nós grita, revira-nos, interroga-nos. No silêncio percebemos o quanto somos pouco...que muito do que falamos é apenas Isso: fala.
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Devíamos escutar mais o barulho do silêncio... É no silêncio que o caos dentro de nós grita, revira-nos, interroga-nos. No silêncio percebemos o quanto somos pouco...que muito do que falamos é apenas Isso: fala. Que enxergamos humildemente que crescemos pouco. Que amamos pouco. Que oferecemos apenas migalhas ao mundo. E é desfazendo as malas que notamos que esquecemos algo precioso lá atrás: a vida... Silêncio! ...o barulho do silêncio...