Pular para o conteúdo

Frase de Tatiane Éfer

Ser cruel não é minha especialidade, sou boboca demais para tal. Boazinha também nem combina. Justa? Acho que não. Eu tomo partido, grito preferencias, levanto bandeiras e ainda dou “tchauzinho” pra câmera. Meticulosa, talvez, se isso contemplar um saco enorme de bagunças necessárias. Emocional, demais. Uso a razão somente quando não dá mais. E de alguma forma, ela vem quando preciso. Na medida certa, para não me transformar numa rocha, mas sempre me socorre antes que eu me torne uma pateta. Acho que equilibro bem os meus polos, só fujo disso quando perco o folego e choro. Mas, isso é bem às vezes, na maior parte do tempo estou com dores abdominais de tanto rir. Na falta da cara de alguém, faço isso por conta e cara própria. Um dia eu aprendo que as pessoas que não são como eu, apenas não são... Oras, que mal tem isso? Mesmo achando que tem um mal danado, sigo em busca de encontrar explicação para certas convivências forçadas que me custam os rins de tanta aflição. Acho que a vida é bem assim, “paulera”. Enfrentar fantasmas, superar barreiras, seguir adiante tecendo laços eternos e desamarrando nós passageiros. Eu só queria acrescentar: Se acha que e fácil, aconselho-te a nem tentar! Aos demais, vá em frente, há algum lugar iremos chegar, e de verdade, acho que melhor do que estamos hoje.

Tatiane Éfer

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Tatiane Éfer

Todo mundo possui um lugar secreto. A sorte de alguns é repousar-se dentro de si, enquanto a desgraça de outros é viver aprisionado a superfície de outro alguém.
Sempre compreendi os estranhos, que acordam de mau humor, que oscilam de temperamento, que, ora açúcar, ora veneno... Minha reticencia fica por conta dos que atacam sorrindo, que não descem do salto, e que tocam superficialmente. Tenho medo de quem tem uma cara só. Que espécie…
Continuar lendo

Sempre compreendi os estranhos, que acordam de mau humor, que oscilam de temperamento, que, ora açúcar, ora veneno... Minha reticencia fica por conta dos que atacam sorrindo, que não descem do salto, e que tocam superficialmente. Tenho medo de quem tem uma cara só. Que espécie de diabo sustenta algo assim; numa raça onde a emoção, mais que regra é uma condição humana?