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Frase de Nina Rocha

De longe Sou o próprio verso Crio minhas vontades,meu universo Só eu vivo e lugar nenhum me habita Meu desejo me consome e me dá vida Quero o que tens e o que te amedronta Queres o que tenho e me faz tonta Serão deuses nossos algozes? A mim parecem demônios ferozes Criam distancias vazio no espaço Jogo vago de frio carrasco Precisos ,afins ,seres calados Riem quando jogam os nossos dados?

Nina Rocha

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Nina Rocha

Tenho medo da escuridão que o amanhã traz nos bolsos Espero os dias melhores, quentinhos ,salgados..eles virão Não nasci cega não sei andar assim a tatear os rostos
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Tenho medo da escuridão que o amanhã traz nos bolsos Espero os dias melhores, quentinhos ,salgados..eles virão Não nasci cega não sei andar assim a tatear os rostos Quero minha prainha lá no meio das casuarinas...o verão Programo as coisas que farei ,até coreografia nova montarei Uma mochila maior para as noites de risos estórias, lampiões Só não quero a escuridão de agora e chega de lamentações! 11/10/2009

DÚVIDA As vezes amo poemas As vezes temo
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DÚVIDA As vezes amo poemas As vezes temo Têm poder assustador Libertam Prendem Abrem olhos Vendam Machucam Acarinham Lembram Anestesiam Mostram caminhos Criam atalhos Matam E fazem renascer Brotam Secam Apagam Iluminam Iludem Desmascaram... As vezes amo poemas As vezes os temo Sou poema Me amo. E as vezes... Tenho medo de mim.

Do sótão Ausência fere,dói mata Fica um frio a corroer
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Do sótão Ausência fere,dói mata Fica um frio a corroer Deixa alma prêsa,ata Faz pensar que vai morrer Sinto o cheiro dos incensos Que acendia pra encher Esses mais tristes momentos E das lágrimas verter Hoje invisto no sorriso Nesse sótão nem mais vou Riso incerto impreciso Que conserva o que passou Dessa ausência fica o elo Que ainda habita a mão Tolo belo e amarelo Quase infame sem razão Vôo em novos horizontes Sem mais triste escuridão De montanhas verdes montes Mas não vou sozinha não.

SOLIDÃO ACOMPANHADA Solidão acompanhada Boca que se move muda
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SOLIDÃO ACOMPANHADA Solidão acompanhada Boca que se move muda Surda e tola gargalhada O som inútil a mente afunda Presente alí nesse instante Só assiste como um monge. E esse vão se faz gritante Enxerga um mundo de longe O corpo sempre cercado Mas a cabeça lá...distante Em meio a todos abrigado O riso falso destoante