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Frase de Samuel Eduardo Fortes

Lápis Cor de Pele Apreciamos e precisamos ter sempre a intencionalidade de progredir, aprendendo com os contextos, com as dificuldades. Maturidade é justamente isso, quando queremos nos desenvolver positivamente ou será simplesmente passarmos pelo tempo. O sábio procura sempre aprender, mas o tolo está satisfeito com a sua própria ignorância. O sábio esconde a sua sabedoria, mas o tolo, anuncia a sua ignorância. O homem deve ter uma mente aberta progressiva e atualizada. O ser humano têm que buscar sempre a proeminência do seu espírito. Não podemos nos limitar. Achar que nosso modo de ser é o melhor, único e perfeito é uma forma de parar no tempo e não melhorar. Precisamos abrir a cabeça para aprender lições e aproveitar as oportunidades de crescimento e aprimoramento. E na silhueta de um profeta Se em determinado instante De um mero dia qualquer Dentro da velocidade discreta Da minha breve vida inquieta Eu aprender Tornar-me poeta.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.