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Frase de Gih Schmidt

Ela não voltou mais suave. Voltou mais inteira. O feminino nela não era doçura o tempo todo, era verdade. E a verdade, às vezes, corta. Ela cansou de ser medida pelo quanto suportava, pelo quanto compreendia, pelo quanto se calava para manter algo de pé. Isso nunca foi força. Era ausência de si. Quando voltou, não foi para ser escolhida foi para se escolher. O corpo mudou de lugar. A presença também. Já não se esticava para caber, já não diminuía para manter, já não confundia intensidade com profundidade. O feminino nela deixou de pedir. Começou a discernir. E nesse retorno não houve anúncio, não houve explicação, não houve necessidade de ser entendida. Houve um silêncio firme de quem sabe onde pisa. Se alguém ficasse, seria porque sustenta. Se alguém fosse, ela não iria junto. Porque o retorno dela não é para o outro. É para um lugar onde ela não se abandona mais.

Gih Schmidt

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Gih Schmidt

Existe um momento em que a pessoa começa a perceber que muitas ideias, medos e padrões que carrega nunca nasceram dela. Foram absorvidos aos poucos, repetidos tantas vezes que pareciam verdades absolutas. O autoconhecimento muda isso. Ele faz surgir perguntas que nem sempre são…
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Existe um momento em que a pessoa começa a perceber que muitas ideias, medos e padrões que carrega nunca nasceram dela. Foram absorvidos aos poucos, repetidos tantas vezes que pareciam verdades absolutas. O autoconhecimento muda isso. Ele faz surgir perguntas que nem sempre são confortáveis e desmonta certezas construídas apenas pela influência externa. Por isso, olhar para dentro exige coragem. Nem todo mundo está disposto a encarar a própria consciência sem distrações, sem máscaras e sem narrativas prontas. Mas é justamente nesse processo que nasce uma visão mais livre, mais lúcida e mais verdadeira sobre si mesmo e sobre o mundo.

A pressa constante nos desconecta de nós mesmos. Quando seguimos no automático, sem pausas conscientes, acabamos repetindo ciclos que drenam nossa energia e limitam nosso crescimento. Observar o próprio ritmo, silenciar por alguns instantes e respirar com presença não é perda d…
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A pressa constante nos desconecta de nós mesmos. Quando seguimos no automático, sem pausas conscientes, acabamos repetindo ciclos que drenam nossa energia e limitam nosso crescimento. Observar o próprio ritmo, silenciar por alguns instantes e respirar com presença não é perda de tempo, é um retorno. É nesse espaço que percebemos o que precisa ser transformado e o que já não faz sentido carregar. Evoluir exige esse encontro interno: pequeno, simples e profundamente necessário.