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Frase de Weslley Marcelo Massako Negre

⁠Passado: por que ele afeta nossas escolhas? Poderia dar resposta à própria pergunta com a seguinte observação: O passado afeta nossas escolhas porque somos o passado, vivendo no presente. Mas vamos além. Somos a nossa própria construção, porém, não somos nós que nos moldamos, somos moldados! Imagine uma criança que acaba de vir ao mundo, seu primeiro molde será dado pelos pais, que projetarão suas expectativas e frustrações no rebento que acaba de nascer. Com o desenvolvimento desta criança, esta começará a receber informações prontas sobre os mais diversos aspectos de vida que o cerca. Estas informações lhe darão base para viver na sociedade que agora ela pertence. Ora, se as informações lhe são postas, posso afirmar que quase nada é seu. E me desculpe, sua construção pode ser um projeto falho, pois o objetivo da construção é dar forma a algo, presumivelmente bom. E não se consegue dar esta forma, sem as ferramentas necessárias, dentre as quais, a capacidade de entender o que realmente está acontecendo à sua volta, sem a influência do famoso “gaslighting”. O passado como citei só tem importância se pudermos aprender com ele. Devemos lembrar que o tempo é linear, ou seja, não se é possível retornar ao passado. Mesmo assim e não raras vezes, nós nos pegamos fazendo aquela famosa pergunta: E se eu pudesse voltar no tempo, mudar o passado? Não poderia, porque como eu disse o tempo é linear. No entanto, muitos ficam presos a esta pergunta, demonstrando insatisfação ou arrependimento, afinal, por que você mudaria algo que está bom? Se teu presente está bom ou ruim, isso é consequência das escolhas feitas no pretérito que te levaram a este ponto, aliado a uma série de circunstâncias das quais você não tem e jamais terá controle. Lembre-se que você só controla neste mundo seus pensamentos, nada mais. Agora, se sua forma de pensar é moldada a partir de outrem, me desculpe, nem isso você controla mais. As experiências que passamos na vida nos moldam, isto é uma afirmação simples, mas ela terá o molde e força que dermos para ela. Se nosso molde for bom, em qualquer situação conseguiremos extrair algo de positivo da situação vivida. E se for mal, do mesmo jeito tiraremos algo de ruim da mesma situação. É como a experiência do copo meio cheio ou meio vazio, dependerá da perspectiva, alguém positivo poderá falar que o copo está meio cheio, alguém negativo poderá falar que o copo está meio vazio, e o realista saberá que alguém terá que lavar o copo. Pelo pouco dito, já podemos entender o porquê o passado afeta nossas escolhas. Nossas experiências, influências recebidas, aquilo que cultivamos e cultuamos, tudo isso faz parte de nosso ser e em razão deste conjunto acumulado, desta construção é que faremos nossas escolhas. Elas poderão mudar no futuro, sim, dependerá daquilo que começarmos a cultuar e cultivar agora. É perfeitamente possível que alguém mude de opinião ou se liberte de uma visão encrustada, mas dependerá de uma autoavaliação, afinal, estas mudanças somente ocorrem em mares tempestuosos, pois também é característica nos estabilizarmos em nossa própria zona de conforto. Sair de nossa visão atual nos amedronta, mas é necessário aprender a olhar para o passado e identificar se nossas ações foram acertadas ou não, repensar sobre isso dentro de uma visão mais clara e libertadora, sem culpa e sem julgo, entendendo que tua ação, ou o reflexo dela, por mais deletéria que seja, pode sim servir como alerta para que no futuro, tal situação não se repita. O passado sempre ecoará em nossas ações presentes e futuras, impactando em nossas escolhas, se não conseguirmos fazer as pazes com ele. Ao findar este texto, este já terá ficado no passado. Lições aprendidas ou não, jamais mudarão um fato, o tempo é linear e você caminha por ele, sempre em frente, então de nada adiantará arrastar os fardos do passado para o seu presente, pois isso apenas o cansará para a próxima etapa em sua vida, ao contrário, faça as pazes com teu passado, lave sua alma e aprenda o máximo que puder. Somente assim, suas decisões no presente e no futuro mudarão. Gratidão. Paz e bem. Te amo, obrigado, me desculpe. Massako.🐢📖

Weslley Marcelo Massako Negre

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Weslley Marcelo Massako Negre

Amanhã será comemorado o dia das Mães. Confesso, fico procurando palavras para tentar descrever a grandeza que representa a força de seu significado. Como não sou capaz de tal proeza, falarei dos filhos. Será que somos bons filhos?
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Amanhã será comemorado o dia das Mães. Confesso, fico procurando palavras para tentar descrever a grandeza que representa a força de seu significado. Como não sou capaz de tal proeza, falarei dos filhos. Será que somos bons filhos? Será que somos gratos em plenitude àquela que nos criou? Será que respeitamos a mulher que cuidou, amparou, educou, que sacrificou sua vida pessoal, que chorou, e por vezes se humilhou em prol de sua cria? Será que somos bons filhos? Quantos filhos trazem na pessoa da mãe uma "empregada" para satisfazer seus descuidos e desejos? Quantos filhos perdidos em suas ações errôneas não percebem o mau e o sofrimento que causam às suas mães? Quantos filhos, maldizem sua própria mãe, esquecendo que se ali estão é por também, sua graça. Filhos, alguns, não são gratos, e poucos em plenitude. Filhos buscam o cotidiano para justificar suas ausências. Filhos buscam justificar suas faltas e suas falhas, dando pequenos mimos, visando tão somente, diminuir a culpa de suas ações. Fico imaginando, se não houvesse um dia que comercial é, quando homenagearíamos a mãe? Seria somente em seu aniversário? Ou com prantos em seu leito de morte? A mãe tudo sabe, tudo acompanha, a tudo sente e, as vezes nervosa, triste e decepcionada, chega até mesmo a excomungar sua prole, mas, são palavras saídas da boca e não do coração. Essa mesma mãe é capaz de sacrificar sua vida em defesa de sua cria, as vezes ingrata e imerecedora. Será que somos gratos o suficiente por esse sacrifício? De acordo com a bíblia, Deus em sua infinita sabedoria, fez seu filho nascer do ventre de Maria. Isso, por si só mostra a sacralidade da mãe e o respeito que a ela devemos. Reflitamos, será que somos bons filhos? Eu, particularmente tenho minhas dúvidas. As mães presentes e ausentes, só posso dizer muito obrigado e pedir desculpas por não termos ou estarmos sendo dignos de vossas bênçãos, mesmo as recebendo. Reflitamos. Feliz dia das Mães.

Vontade, vaidade, ambição, loucura. Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim? Pois bem, em breve observação e para que p…
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Vontade, vaidade, ambição, loucura. Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim? Pois bem, em breve observação e para que possamos entender este pequeno ponto de vista que será demonstrado, peço que façamos uma analogia simples. Veja uma criança recém-nascida, ela é pura e frágil, totalmente dependente dos cuidados dos adultos que a cercam. E esses adultos, serão responsáveis por ensinar essa criança, sobre a vida, as dificuldades e facilidades que ela irá encontrar em sua jornada. Ora, se pegarmos um recipiente vazio e limpo e, colocarmos coisas sujas dentro dele, o que acontecerá? Da mesma forma, se colocarmos coisas limpas e puras, o que acontecerá com esse recipiente? Assim somos nós, ou seja, somos produtos das mais variadas experiências, acumuladas no cotidiano, seja através da observação, da experiência prática ou até mesmo das influências recebidas por outras pessoas. Em muitos casos, somos meros replicadores de ideias e conceitos, que já nos foram passados em tempo de outrora. Hoje, falta ao ser humano, uma maior capacidade de analisar os fatos sem ser movido pelas paixões. E é muito difícil, principalmente no campo comportamental, dissociar emoção e a razão, ou equilibrá-las. Quando lá no título me reportei a “vontade”, falo da vontade de produzir, falo da vontade construtiva, da vontade em realizar algo em prol do bem-estar ou do bem comum. Mas, temos que tomar cuidado para que essa vontade, que é benéfica, não se transforme em ações e/ou sentimentos maléficos. Tentarei ilustrar com um pequeno exemplo: Imaginemos que alguém ao assistir o noticiário, seja surpreendido com uma reportagem que traz pessoas passando por extrema necessidade, e aquela reportagem sensibiliza a ele. Em razão disso, ele começa a ter a vontade de poder fazer algo para aquelas pessoas, para amenizar o sofrimento delas. Ele inicia em seus pensamentos, um plano de ação e, neste plano idealiza várias frentes de trabalho, seja uma campanha de arrecadação, um evento beneficente, uma doação, enfim. Até aqui, sua vontade em ajudar o próximo será com certeza salutar, benéfica e digna de louros e reconhecimento. Imaginemos o sucesso dessa ação. Tendo as ações alcançado o seu objetivo e, com a demonstração do resultado positivo às outras pessoas, virão dessas os efusivos agradecimentos e elogios. E esses despontamentos positivos com certeza lhe farão bem e lhe trarão um conforto, mas, se esses elogios lhe “subirem a cabeça”, opa, problemas virão. É possível que em decorrência desses problemas o doador comece a se achar como uma pessoa acima das demais, devido a sua ação de beneficência e, comece a acreditar que é o salvador da pátria, um ser iluminado que mesmo diante das dificuldades existentes, salvou pessoas em um momento de dificuldade, começa a ser escravo de suas ações e, a cegueira de seu comportamento o fará se fartar de vaidade. Essa vaidade fará com que esse ser não enxergue as ações de outras pessoas, ou se caso ocorram, sempre a sua ação será a mais necessária, a mais útil, e por que não a melhor. Torna-se um ser, caritativo por fora e para os outros, mas, escravo de si mesmo, torna-se dependente do brilho e dos aplausos e inicia uma busca frenética por reconhecimento. Essa vaidade desmedida, se mistura com a ambição. Ambição, que apesar de dar frutos, podem serem estes oriundos de uma árvore ruim. Este ser começa a buscar formas para alimentar sua vaidade, entrega-se de corpo e alma, pois tal qual um vício, já não consegue viver mais sem os elogios, muitas vezes imerecidos, mas buscados a qualquer custo. E as ações? Mesmo que pequenas, serão por ele exaltadas, como se essas fossem capazes de mudar o mundo em que vivemos. E quando se chega a esse ponto, podemos dizer que esse ser atingiu um certo grau de loucura. Loucura essa que tem como remédio, os afagos, sorrisos e elogios de outras pessoas, fica esse ser dependente total do reconhecimento alheio. Acredito que já tenhamos conhecido alguém que fora acometido por esse “empoderamento” e não vive sem ele, em alguns casos é o famoso ser que “não larga o osso”, “não desocupa”, “não sai da cadeira”, ou seja, o tempo passou, e ele ficou preso nas alfaias das grandes virtudes pretéritas. Um ser dominado pela vaidade, ambição e loucura, penso que facilmente possa ter crises de Deus, se achando superior as outras pessoas, acreditando que somente suas ações são as corretas e verdadeiras e, que o caminho a ser trilhado, deve ser traçado por ele, afinal ele é o norte iluminado. Devemos ter cuidado sempre, e se possível, policiarmos nossas atitudes, revendo como as nossas ações estão ecoando em nosso ser interior. Temos que ter a lucidez de avaliar cada sentimento e saber qual devemos deixar florescer, e qual devemos tratar como erva daninha. Concluo dizendo que somos seres alimentados pelas nossas próprias expectativas e ambições, elas de certa forma nos conduzem pelos diversos caminhos da vida. Lembrando que todos os dias colocamos algo em nosso recipiente e, prevalecerá o que de maior quantidade tiver. O ensinamento do Nazareno ao dizer que não se deve tocar trombetas diante de ti, nos é um ensinamento prático, ou seja, não é necessário que as ações sejam declamadas e cantadas em verso e prosa por si mesmo. Se busca reconhecimento, apenas trabalhe, e o faça em silêncio, não soe as trombetas, o reconhecimento virá de forma espontânea, natural ou até mesmo divina. Se não vier, não há problema, pois afinal, você estará trabalhando em prol de algo maior do que você mesmo e, sua recompensa certamente virá.