Frase de Suzanne Leal
Ouça, há tanto silêncio no medo. Ouça, a noite se calou e se recusa a soprar o vento. Ouça, a alma que saltitava emudeceu-se em suas trevas. Ouça, não há pessoas, não há pássaros, é só uma cidade morta. Ouça, a inexpressividade do rosto que não sabe mais brilhar. Ouça, não escuto nada, nem em mim, nem no mundo.
No pensador.ai desde