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Frase de Rodriggo Souza

Doi em mim Morte, deusa de todos medos, a religião Reza por nós Encantadora ilusão mortal Do fim irreal. -E eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos Ganhei uma certeza de validade Como uma data preestabelecida Daqui para frente nada é realidade Nada nem minha própria vida. Vida, argumento contra a morte e a seu favor Atraí porque conhece o avesso. O que faz da existência seu édipo eficácia Da cultura prisão, onírico E da morte filigrana A arte do infortúnio. E eu que aprendi de uma outra quina, uma nova estima. A morte não há acesso Não atravesso. Que a vida é eterna e terna, lugar onde desenho, enfeito o meu ninho a Arquiteto meu ninho. Mas não me basto A mim e a mim A morte ainda respira leucócito E dói em mim!

Rodriggo Souza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nada sei nem sou Vivo cada passo sem urgência Nada programado, nem previsto
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Nada sei nem sou Vivo cada passo sem urgência Nada programado, nem previsto Meu tamanho é tempo começo meio e infinito...

"A pressa é curta, não atraí muitos detalhes. 'O importante da viagem não é a chegada, é o caminho trilhado' Tenha passos leves porém precisos, tropeços faz parte do seu crescimento!
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"A pressa é curta, não atraí muitos detalhes. 'O importante da viagem não é a chegada, é o caminho trilhado' Tenha passos leves porém precisos, tropeços faz parte do seu crescimento! A estrada é longa tem tempo curto"

Laura Minha Rainha, Mainha. Pra minha mãe sempre fui um filho distante, um filho montanha, um filho gigante, um filho longe de seus afagos e abraços. Ela sempre imbuída de afeto e solidão. Sempre incumbida dos mais naturais cuidados zelos, preocupações pentelhas – Não suba no mu…
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Laura Minha Rainha, Mainha. Pra minha mãe sempre fui um filho distante, um filho montanha, um filho gigante, um filho longe de seus afagos e abraços. Ela sempre imbuída de afeto e solidão. Sempre incumbida dos mais naturais cuidados zelos, preocupações pentelhas – Não suba no muro, não caia daí!. Fui crescendo cheio de mimos por aquelas mãozinhas surradas pela labuta, labor afã. Por aquelas palavras esbugalhadas de medo, sofrimento e dor. Hoje crescido, minha mãe velha de pele marcada pela falta de amor e carinho. Me vejo cada vez mais distante dela porém ela ainda mais colada a mim. Debilita, limitada fisicamente, percebo que mais debilitado e limitado é o meu amor ou falta dele para com ela, um amor retroativo sabe? Eu totalmente vassalo a ela, "um grão de areia uma gota d'água", sempre fui desde da barriga, lugar aonde morrei, comi e bebi através dela. Ela que me permitiu viver junto das suas entranhas vísceras, aonde por 9 meses fui um órgão dependente de sua respiração. Onírico ao seus sonhos. "Deixar de ser óvulo, indefinição, projeto, embrião. Pra ser bebê, criança homem, varão". Enfim assim, de lágrimas no rosto e na alma, de pedra na garganta e na consciência. Reverencio você minha terna e eterna Rainha, minha mãe madre Mainha Laura. Seus feliz dia das mães.