Frase de Pettrulho - Pedro Soares Ribeiro
Oh destino maldito, que tirou de mim o amor, Cruel e implacável, levando embora o que era meu valor. Tu que te entrelaças nas teias do tempo, tecendo dor e agonia, Por que me fizeste sofrer, lançando-me nessa melancolia? O amor que florescia em meu peito, agora se foi, E em seu lugar restou apenas a solidão que corrói. Destino impiedoso, que brinca com as vidas e seus destinos, Por que escolheste machucar meu coração e meus sentimentos? Ah, destino maldito, como és cruel e inescrupuloso, Arrancaste de mim a felicidade, deixando-me no fundo do poço. Mas saibas, ó destino traiçoeiro, que meu espírito é resiliente, E mesmo na dor e na desilusão, encontrarei uma saída ardente. Que o destino se curve diante da força do meu ser, Que eu possa superar essa tormenta e voltar a renascer. Pois mesmo diante de tuas investidas, destino ingrato, Erguerei-me com coragem e seguirei adiante, sem recuar um passo. Não me renderei ao teu capricho, destino desalmado, Encontrarei a luz em meio à escuridão, num caminho restaurado. E se um dia, porventura, o amor novamente bater à minha porta, Saberei acolhê-lo com sabedoria, sem temer sua força e sua jornda. Destino maldito, tu não terás o poder de me subjugar, Pois sou dono do meu próprio destino, com força para lutar. Que tuas teias se desfaçam diante da minha resiliência, E que eu encontre a paz e a felicidade em nova existência.
Pettrulho - Pedro Soares Ribeiro
No pensador.ai desde