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Frase de William Shakespeare

Soneto XLIII "Quanto mais eu pisco, então melhor vejo. Pois durante o dia os olhos vêem coisas que não interessam; Mas, em sonhando, eles te vêem E obscuramente luminosos, no escuro se dirigem sozinhos; Então tu, cuja sombra das sombras torna luminoso, Como faria a forma da tua sombra um espetáculo feliz, Ao dia claro com a tua mais límpida luz, Quando para olhos que não vêem, tua sombra de tal forma brilha! Como (eu digo) ficariam os meus olhos tão felizes, Te fitando debaixo da luz solar, Quando na noite profunda tua sombra somente sugerida, Através do sono pesado em olhos que não vêem, assombram ainda? Todos os dias são noites para se ver, até que eu te veja, E noites, dias brilhantes, quando os sonhos te revelam ante mim."

William Shakespeare

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Outras frases de William Shakespeare

Falais baixo se falais de amor.
Morrestes achando que amava. Matastes pensando que era amor. Dominado pelo egoísmo da paixão, nos fez ver que não te conhecíamos como deveríamos e, por tua atitude, demonstrou que não conhecias o amor.
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Morrestes achando que amava. Matastes pensando que era amor. Dominado pelo egoísmo da paixão, nos fez ver que não te conhecíamos como deveríamos e, por tua atitude, demonstrou que não conhecias o amor. Descansem em paz.

Amor é um marco eterno, dominante, Que encara a tempestade com bravura; É astro que norteia a vela errante,
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Amor é um marco eterno, dominante, Que encara a tempestade com bravura; É astro que norteia a vela errante, Cujo valor se ignora, lá na altura. Amor não teme o tempo, muito embora Seu alfange não poupe a mocidade; Amor não se transforma de hora em hora, Antes se afirma para a eternidade.

Espelho não me Prova que Envelheço O espelho não me prova que envelheço Enquanto andares par com a mocidade;
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Espelho não me Prova que Envelheço O espelho não me prova que envelheço Enquanto andares par com a mocidade; Mas se de rugas vir teu rosto impresso, Já sei que a Morte a minha vida invade. Pois toda essa beleza que te veste Vem de meu coração, que é teu espelho; O meu vive em teu peito, e o teu me deste: Por isso como posso ser mais velho? Portanto, amor, tenhas de ti cuidado Que eu, não por mim, antes por ti, terei; Levar teu coração, tão desvelado Qual ama guarda o doce infante, eu hei. E nem penses em volta, morto o meu, Pois para sempre é que me deste o teu. (Tradução Ivo Barroso)