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Frase de Tiago Amaral

Livre Como Um Leopardo Se eu tiver que morrer que eu morra livre como um leopardo, livre como um lobo solitário, perdido na natureza. Longe, bem longe desse monte de pó, caos e lixo que é a sociedade. Um homem solitário com um animal selvagem dentro de si, acompanhado da sua própria sombra e da própria solidão em conjunto com a natureza. Perdido, perdido na bela e maravilhosa natureza, um filho no colo de sua mãe. Esses são meus planos, esses são os meus sonhos, eu e a natureza, eu e a estrada, e a doce e linda liberdade me chamando com vontade, com a mesma vontade intensa que brota das minhas entranhas por ela. De encontro com a natureza como o voo da águia de encontro com o azul do céu de encontro com o branco das nuvens. Livre e linda como a liberdade, voando plena com a liberdade des suas azas. Montanhas, pássaros, rios e riachos, animais e céus azuis e estrelados em pleno luar na estrada a fora. E quero escrever por quer escrever me faz viver, me faz sentir livre como um riacho e forte como uma correnteza. Como um puma passeando livre pelas montanhas, pela própria e livre mãe natureza. Livre do sistema, livre dessa sociedade doente, livre de toda essa doença que aprisionar as pessoas em si mesmas. E se tiver que morrer, morrerei livre, livre e enterrado junto do lado da liberdade. Se eu tivesse que repetir algo repetiria os melhores momentos que vivi os lugares que morei, todos os animais que tive, as pessoas que conheci. A liberdade é como escrever e escrever é a própria liberdade que me faz amar cada vez mais o ato de escrever. Faz-me sentir livre cada linha que escrevo, me expressando, tirando sentimentos diretos da minha alma. E se falta café tem vinho, se falta vinho tem café, tem algum combustível para me fazer escrever. O importante é simplesmente escrever, simplesmente escrever. E a liberdade eu a amo, amo tanto quanto amo uma jovem chamada Carolina. E quero conhecer pessoas loucas e livres, leões apaixonados como eu. E poder contar nossas historias e eu falarei de como era lindos os olhos dela e como era tão encantadora. E de como tenho saudade de tudo nela, de sua voz doce, da cor da tua pele, dos teus cabelos negros, da tua sabedoria, da tua alma, e da liberdade que ela me deu e que tive que agradecer. E de como a amo e vou para sempre ama-la, livremente como um leopardo.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.