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Frase de Alessandra Menegaz

Elas sabem muito bem que vão amar – 32 vezes - de novo e até querem, mas elas apenas davam gargalhadas daquela desgraça toda – tão comum no caso delas - e tentavam definir o que o amor tinha sido pra elas em poucas palavras. Elas sabiam que doía e pronto. Mas e daí? Sabiam que o amor não vinha com advertências - mesmo quando acreditavam que, sinceramente, ele deveria vir com aquela tarja preta de perigoso, mantenha fora do alcance de crianças! - elas sabiam que não conteriam informações dos riscos que poderiam ocorrer durante o uso, nem advertências como: vem com doses de sofrimento, desculpas esfarrapadas, pode causar tonturas e lágrimas se muito perto dos olhos. Elas sabiam que o amor era pra quem tinha coragem e isso elas tinham de sobra. Está afim de comprar?

Alessandra Menegaz

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alessandra Menegaz

Agora ela vai afogar as mágoas em bebidas cada vez mais fortes e depois sair pelas noites procurando ele em todos os caras com barbas mal feitas, ela vai.
Dê valor a quem está do seu lado hoje, diga o que sente, o quanto é importante, diga o quanto sente sua falta. Faça uma serenata na janela, escreva uma carta, mande flores e bombons. Não tenha medo do ridículo. Você não percebe que ela poderia estar em qualquer outro lugar e mes…
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Dê valor a quem está do seu lado hoje, diga o que sente, o quanto é importante, diga o quanto sente sua falta. Faça uma serenata na janela, escreva uma carta, mande flores e bombons. Não tenha medo do ridículo. Você não percebe que ela poderia estar em qualquer outro lugar e mesmo assim decidiu ficar? Não perca a oportunidade. Se gostar, demonstre. Se sentir saudade, vá visitar. Se tiver vontade, abrace. Se quiser dançar, dance. Porque a gente nunca sabe quando é a primeira vez ou a última chance.

Não tenho intenção nenhuma de viver novamente aquilo que vivemos, longe disso. Melhor mantermos aquelas lembranças boas. Depois de todo esse tempo as coisas já não são mais as mesmas. A gente mudou, cresceu, provavelmente estragaríamos tudo. Melhor não. Queria mesmo que entendes…
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Não tenho intenção nenhuma de viver novamente aquilo que vivemos, longe disso. Melhor mantermos aquelas lembranças boas. Depois de todo esse tempo as coisas já não são mais as mesmas. A gente mudou, cresceu, provavelmente estragaríamos tudo. Melhor não. Queria mesmo que entendesse que não fui o estopim do nosso fim, e que aquele papo de que eu não me importava era só da boca pra fora.

Ela nunca procurou a metade da laranja, a tampa da panela, o chinelo velho do pé torto, o queijo da goiabada, ela só queria ser uma laranja partida, panela sem tampa, chinelo sem pé e sem contar que não gostava de queijo e goiabada. Esse lance de procurar o amor da vida, não era…
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Ela nunca procurou a metade da laranja, a tampa da panela, o chinelo velho do pé torto, o queijo da goiabada, ela só queria ser uma laranja partida, panela sem tampa, chinelo sem pé e sem contar que não gostava de queijo e goiabada. Esse lance de procurar o amor da vida, não era com ela. Que brega! Provavelmente ela tropeçaria nele na rua, bateria no carro dele, furaria a fila dele no final da festa ou até derrubaria aquela bebida fedida na camisa dele, tudo sem querer. Ela nunca foi de procurar. Ela acabava de uma forma ou de outra encontrando, sem querer, literalmente. Afinal, ela nunca procurou por ele. Ela era uma graça, vivia tão leve, tão desprendida de crenças que causava inveja, quem tem aquele descuido todo com o mundo, com as pessoas, com os sentimentos? Ela, ela tinha tanta coisa ao mesmo tempo, que não tinha nada. Nada de mais. Ouviu certa vez, de um grande sábio que ela não lembra o nome, que a liberdade dela assustava. Mas e daí? Que gente medrosa! No fundo ela acredita no amor.