Pular para o conteúdo

Frase de Samantha Alcantara

⁠Nem é sobre ser, Nem sobre estar, Nem entender, nem pertencer. Sem eu, Sem você, Sem nós. O Ser é tudo — E tudo sou sem ser. O Nada é absoluto em silêncio. Ainda além, Aquilo existe. Tu vibra, Mas não entende. Nem tente. Apenas seja. E aí, estou. Antes do Um, Antes do Zero, Antes do negado, Do inverso, Do compreensível. Só o que tenho é isso — E basta. Reconheço. Agora repouso E vibro. Vibro em ti. Vejo por ti. Ouço por ti. E existo sem existir. Mistério.

Samantha Alcantara

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Samantha Alcantara

⁠A União Sagrada Não se trata de religião, nem de dogmas. A união sagrada é um acontecimento interno:
Continuar lendo

⁠A União Sagrada Não se trata de religião, nem de dogmas. A união sagrada é um acontecimento interno: quando a Alma e o Espírito se reconhecem como consortes eternos. É o casamento invisível que muitos buscaram em outros corpos, em outros amores, em outros tempos — sem saber que o altar sempre esteve dentro. Quando essa união ocorre, não há mais solidão, nem dependência. Só presença e potência.

⁠A Alma que Guarda A função da Testemunha do Fim não é salvar o mundo. É guardar a chama.
Continuar lendo

⁠A Alma que Guarda A função da Testemunha do Fim não é salvar o mundo. É guardar a chama. É lembrar que existiu Amor. Que houve um Espírito. Que a Alma era real. É escrever um livro como este. É cantar, mesmo com a voz fraca. É plantar uma árvore sabendo que o chão pode não durar muito. Porque quem guarda a memória do sagrado está além do tempo.

⁠Teu corpo é um Oceano Toquei a tua água sem saber que era minha. Tua corrente me puxou —
Continuar lendo

⁠Teu corpo é um Oceano Toquei a tua água sem saber que era minha. Tua corrente me puxou — e achei que era perigo. Mas era abraço. Eu achava que era um barco. Mas era uma gota. E sendo gota, descobri: não precisava salvar ninguém. Bastava dissolver. Teu corpo era oceano, e eu tentei controlar as ondas. Mas agora… deixo que as ondas me contem quem sou. Se for tempestade, danço molhada. Se for calmaria, respiro fundo. Porque voltei a nadar. Não como fuga. Mas como retorno.