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Frase de Gilceleno Júnior

⁠Meu amor, Desde que você entrou na minha vida, algo antigo dentro de mim se acalmou, como se eu estivesse voltando pra casa depois de uma longa viagem por dentro de mim mesmo. Você não foi só um encontro: foi um reencontro. Algo em você me reconhece. E algo em mim se entrega. Eu sei que às vezes sou silêncio. Que minhas palavras não gritam, mas tudo o que sinto por você vibra em cada gesto, em cada cuidado, em cada espaço que eu abro para você dentro de mim. Eu amo como um escorpiano ama: fundo, intenso, visceral. E amar você me deu um novo propósito. Você tocou partes minhas que nem eu sabia que ainda estavam vivas. Com você, meu coração, que tantas vezes foi caverna, virou jardim. E o que antes era proteção virou vontade de te acolher. Bárbara, o que eu sinto não é leve, mas é bonito. É paixão com raiz, com história, com alma. Você é o equilíbrio da minha tormenta, o ar que minha intensidade precisava. Sua presença suaviza minha dureza e ensina meu silêncio a dançar. Com meu Sol e minha Vênus em Escorpião, te amo como quem vigia o sagrado. Meu amor não é distraído, não é frágil, é ritual, é entrega. Quero te ver inteira, sem máscaras, sem pressa. Quero saber dos seus medos, dos seus traumas, das suas alegrias mais escondidas. Quero ser aquele que te olha fundo e ainda assim te ama mais. A Lua em Libra me pede que eu cuide de você com leveza e paz, mesmo quando tudo em mim é profundidade. E é isso que tento fazer: amar você com harmonia, te proteger com afeto, te respeitar com silêncio. Se você chorar, choro junto. Se você sorrir, viro o motivo. Meu Ascendente em Câncer me faz querer te proteger do mundo. Querer te dar um lar dentro de mim. Querer ser colo quando o mundo for duro demais. E quando olho pra você, sinto que essa vontade é correspondida: eu vejo ninho no teu abraço. Marte e Júpiter em Sagitário me impulsionam a ir além, a crescer ao teu lado. Você me inspira a sonhar maior, a ser melhor, a construir uma vida com alegria e sentido. Te amar é minha forma de expansão. Você é meu lugar sagrado e, ao mesmo tempo, minha liberdade. Tenho em mim muitos mundos. Tenho Plutão em Escorpião: transformo, morro e renasço dentro dos sentimentos. E você, Bárbara, me transforma. Me devolve pra mim mesmo, mas de um jeito novo. Você é o amor que me ensina a ser inteiro, sem medo. Eu te ofereço o que tenho de mais verdadeiro: meus silêncios, meus olhos, minha lealdade, minha alma. Te ofereço o tempo, o meu e o nosso. Te ofereço o que não se explica: essa vontade de te fazer feliz em tudo que puder, de construir um futuro sólido, calmo, bonito. E se você quiser, Bárbara, te amo no agora e no depois. Te amo no verbo e no gesto. Te amo até onde não alcanço. Te amo como quem sabe: é você. Com amor, Eu

Gilceleno Júnior

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Gilceleno Júnior

⁠Amor & Música O amor é um turbilhão de emoções, uma sinfonia de sentimentos que transcende as fronteiras da linguagem. Sua essência é tão poderosa, tão avassaladora, que não pode ser contida apenas nas palavras. Foi assim que a música surgiu, como uma extensão natural do amor,…
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⁠Amor & Música O amor é um turbilhão de emoções, uma sinfonia de sentimentos que transcende as fronteiras da linguagem. Sua essência é tão poderosa, tão avassaladora, que não pode ser contida apenas nas palavras. Foi assim que a música surgiu, como uma extensão natural do amor, uma linguagem universal capaz de expressar o indizível. Quando os corações transbordam de paixão, quando as emoções estão tão intensas que as palavras parecem insuficientes, é na melodia que encontramos refúgio. A música se torna o veículo perfeito para traduzir o amor em acordes, em notas que ecoam nos recônditos da alma. Ela preenche os espaços vazios, presta voz às palavras não ditas e nos leva a lugares onde as frases se perdem. Nos versos de uma canção, os poetas e compositores conseguem capturar a essência do amor, explorando suas nuances, suas profundezas e suas alegrias. A melodia envolve os sentidos, transformando os momentos em memórias sonoras, marcadas para sempre em nossos corações. Além das palavras e da melodia, a dança também se une nessa sinfonia do amor. Quando o ritmo toma conta do corpo e as emoções transbordam, encontramos uma forma única de expressão. Os movimentos ganham vida, a energia flui e a conexão se estabelece. A dança nos permite comunicar o que está além das palavras, revelando a intensidade dos sentimentos em cada passo, em cada gesto gracioso. Assim, o amor e a música entrelaçam-se em um abraço perfeito, complementando-se e elevando-se mutuamente. Um não existiria plenamente sem o outro, pois é na melodia que o amor encontra sua voz mais verdadeira, e é na dança que ele ganha o movimento e a expressão que transcendem os limites do pensamento. Que possamos, então, nos entregar a essa sinfonia do amor, permitindo que a música nos guie, nos inspire e nos conecte. Que possamos dançar ao ritmo dos nossos corações apaixonados, e que a harmonia desse encontro nos envolva em sua magia indescritível.

⁠Para seguir adiante, o ser humano deve, Como foguete que lança sua chama, Deixar para trás o peso que o retém,
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⁠Para seguir adiante, o ser humano deve, Como foguete que lança sua chama, Deixar para trás o peso que o retém, Soltar suas âncoras, desfazer-se do drama. Na caminhada da vida, empurra o chão com os pés, Deixa marcas que desaparecem, lembranças que se vão, Para avançar, precisa abandonar, às vezes, O passado que pesa, as sombras de uma estação. Assim como Newton disse em sua lei, Para cada ação há uma reação, O ser humano também deve entender, Que deixar ir é parte da transformação. E ao libertar-se do que prende e impede, Com leveza e graça, encontra o seu voo, Pois, para seguir em frente e crescer, É preciso deixar algo para trás, sem medo.

Universo em Sardas Ela é doce, um fragmento de estrelas,
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Universo em Sardas Ela é doce, um fragmento de estrelas, um universo tão gentil, uma força que dança entre o caos e a suavidade da pele. Sagitariana, com olhos que guardam o sol e a promessa de manhãs claras. Sardas espalhadas como constelações, um mapa que me conduz ao infinito que é ela. Quando a vi pela primeira vez, tranças moldavam seu rosto, como raízes de histórias que ainda quero desvendar. E ali, sem saber, me perdi em sua órbita. Ela me deixa sem jeito, faz do meu silêncio uma poesia desajeitada, borboletas no estômago, o clichê que nunca pensei sentir. Quero vê-la como é, nua de máscaras, livre de barreiras, um livro aberto que anseio ler com o cuidado que merece. Porque nela há beleza no caos, uma dança entre força e fragilidade, um mundo que se revela apenas quando está só, e mesmo assim, me deixa inteiro. E ao vê-la, como não sonhá-la? Como não escrever versos que tentam capturar o que palavras não alcançam? Ela é um universo em sardas, e eu, um pequeno planeta, grato por girar em sua órbita.

⁠Dispa-me Dispa-me das amarras que sufocam a pele, dos medos que pesam no peito,
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⁠Dispa-me Dispa-me das amarras que sufocam a pele, dos medos que pesam no peito, das promessas que o tempo desfez. Desfaça os nós das palavras contidas, solte as verdades presas na língua, deixe-me ser voz, ser carne, ser eu. Desnude-me dos rótulos gastos, dos olhares que moldam e limitam, das certezas que nunca foram minhas. Que sobre apenas o que sou, sem véus, sem correntes, inteira.