Frase de João Carlos Marrão
Arqueólogo O poema é um buraco que sempre existiu Uma caverna escura na mata fechada O poeta curioso de cara assustada Apenas entra e escreve o que viu
No pensador.ai desde
Arqueólogo O poema é um buraco que sempre existiu Uma caverna escura na mata fechada O poeta curioso de cara assustada Apenas entra e escreve o que viu
No pensador.ai desde
Na estrada da vida as vezes encontro pessoas que andam de costas
o pouco as vezes é mais que o muito, pois as vezes o pouco é tudo e o muito é parte.
Prefácio Em momentos de desabafo Eu escrevo no meio de livros
Prefácio Em momentos de desabafo Eu escrevo no meio de livros Tristezas, alegrias e sonhos Coisas que sinto Em pedaços E trechos sem sentido Emaranham-se num labirinto Com personagens estranhos Como eu no mundo perdido Vivendo entre olhares anônimos Sentimentos inconscientes Fogem de mim Disfarçados de rabiscos E desenhos abstratos Pra morar entre ilusões e jardins Margens e prefácios Quando o livro está abarrotado Cheio de desejo e pecado Eu brincando de diabo O queimo... Junto com histórias Que eu nem cheguei a ler E fico olhando a fumaça Subir ao céu
Essência Era só uma semente Plantada na minha mente
Essência Era só uma semente Plantada na minha mente Atrás dos meus olhos fechados Invadiu como enchente Cada lugar escondido Frestas e cantos mofados E se tornou um grande jardim Que regro em seu beijo molhado E aqueço em meu corpo suado E que na sua ausência Trago no peito apertado Presa em meu lábio calado Era só uma semente Uma pequena rosa