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Frase de Samuel Eduardo Fortes

Não Volto à Voltaire Ainda que me falte ar, que me falte o andar do despejar da essência imaterial do abstrato consciente concreto, acabo que por concretizar o meu concreto abstrato natural medíocre. ⁠Robert Desnos (1900-1945), poeta francês, que perdeu a realidadde, ainda que há tempo para alcançar o habituar da adaptação do contorno, acaba que por si só, bailarino como um membro no dançar da vida. Assim, como em um balanço no pêndulo da gangorra de Deus, acaba que por si só, fantasma na sombra surrealista de nossas vidas. Na divisão do estar descrito em uma inscrita circunscrita em meio a lado. Assim como no surrealismo de um "Sonhador Acordado", devido à sua escrita automática, o melhor “médium” de experiências hipnóticas na poesia, Montparnasse, aparenta-se como sua cama, tapeada em formatos de versos, diversos, contidos em uma roda gigante e não girante. Uma alegria tumultuosa anuncia uma felicidade medíocre e breve, Deus deve amar os homens medíocres. Fez vários deles. Assim sendo, me revolto e volto em Beto, e digo que diria: " Temos sociólogos bons e medíocres. Uns acabam professores, outros presidentes da República."

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.