Frase de Rei: Giovane Silva Santos
Nunca parei de andar Estava eu adormecido. A clinica da vida atrevida. Implicou a aplicar severidade. Abatido e contrito. Angustiado e aflito. Socorro, foi um ato a silenciar. Aliás, não. Susurrava e gritava. Entenda a psicologia infinita. O véu. O céu. A noiva, o noivo. O prazer da vitória é mais bonita. A liberdade conquistada. A duras penas desafiada. As grades continuam abertas. Não sabem elas quanto vale o respirar. Ser livre muitas vezes é desafiar a psiquiatria capitalista, esse preâmbulo social que intima o grito. Calma, agito. Não. O mundo torto é aflito. Um colo, um abraço. Do amor, o regaço. O silogismo psicológico. Eu sou gente. Gente pode. Eu posso. Claro, na segunda pessoa. Porque Altíssimo, em nome de Jesus. É o poder. Novamente o silogismo do haver. Sendo filho e amigo. Eu também quero existir. Rei: Giovane Silva Santos. Poesia da madrugada. 03:22hs
No pensador.ai desde