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Frase de Ana Rosenrot

A mulher na calçada Ela estava sempre sentada na calçada quando eu passava, vestido velho, puído, um lenço que já tinha sido vermelho cobrindo seus cabelos maltratados, um pote de sorvete encardido, rachado, pousado ao seu lado para recolher moedas; diziam que era maluca, excêntrica, uma mendiga por opção, quando tentavam ajudá-la, se recusava, se a internavam, fugia. Ela já fazia parte da vida daquela rua, tornou-se uma estátua viva, um patrimônio da decadência humana, um dia, da mesma forma que apareceu, sumiu. Ainda hoje quando passo por ali penso ela, de alguma forma sinto sua falta; a rua ficou tão vazia.

Ana Rosenrot

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Um dia bem vivido vale por anos de desenganos
Carnaval Sei que lutei contra o que sentia, sempre macho, sempre no controle, mas seu jeito meigo me pegou, não posso mais viver longe do seu sorriso, da sua voz, da paixão arrebatadora que emana do seu ser; o baile está triste com você longe de mim; então levanto minha bandeira…
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Carnaval Sei que lutei contra o que sentia, sempre macho, sempre no controle, mas seu jeito meigo me pegou, não posso mais viver longe do seu sorriso, da sua voz, da paixão arrebatadora que emana do seu ser; o baile está triste com você longe de mim; então levanto minha bandeira, que já foi branca e agora está amarelada pelas lágrimas de saudade que chorei, não posso mais, vou gritar bem alto, mais alto que as marchinhas que estão tocando: “Volta pra mim, meu amor”!

Rendição Queria que você me olhasse, E se esforçasse para me ver como eu sou;
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Rendição Queria que você me olhasse, E se esforçasse para me ver como eu sou; Esqueça o que dizem, perdoe o que julgar imperdoável, Olhe em meus olhos, não veja cores, estigmas, intrigas, Dê-me uma chance, se dê uma chance, De nos tornarmos almas amigas... Não lute contra o que você não entende, Não lute para tentar entender, Aceite o que te ofereço de coração aberto, Veja que não somos assim tão diferentes; O mesmo amor se espalha em nosso ser, Só você não compreende, Ou não quer compreender. Nossos caminhos se encontraram por um motivo, Lutaremos injustamente, friamente, eternamente, Numa batalha que nunca terá fim; Pelo que não pertence a você, e nem a mim... Entregue suas armas, lhe ofereço as minhas, Renda-se, aceite minha rendição, Não há vencidos, nem vencedores, Numa guerra que nunca existiu... Reconheça que a vida nos uniu, Para semearmos a paz que tanto buscamos, Pois nossas diferenças nos fazem iguais, E é na fraqueza, que nos pune, nos levando a lutar, Que reside à força para se render, e perdoar.