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Frase de ATILANEGRI

Quero sumir . Hoje quero sumir porque a sociedade negocia almas como moedas de troca. Até os laços de sangue enxergam valor apenas na utilidade, enquanto definhamos lentamente, com medo da solidão — até descobrirmos que a solitude é menos cruel que a companhia vazia. Hoje quero sumir porque sinceridade virou risco, solidariedade virou discurso, e respeito, uma peça de museu. No lugar disso, valores distorcidos governam, usurpando o que havia de mais puro: a alma limpa, a verdade sem cálculo. Quero sumir para não testemunhar os exploradores da fé, os corruptos de consciência, os vampiros da inocência devorando o melhor das pessoas. A humanidade se corrompe a cada instante, se autodestrói chamando isso de progresso, e elimina o simples, o básico, o essencial de ser feliz. Criaram uma manada domesticada, entorpecida por um sistema que destrói o intelecto, atrofia a consciência e sepulta a justiça e a honestidade. Hoje quero sumir porque me sinto um estrangeiro neste mundo, um erro fora da engrenagem. Prefiro caminhar só a viver no meio do caos que desacredita os afetos e transforma amizades em personagens. Percebo que não me encaixo mais. Vivo em conflito constante entre o certo e o errado, entre o bem esquecido e o mal normalizado, entre o homem que ainda sente e o homem sociopata que aprende a sorrir. Cansei de confrontar manipuladores da mente, que usam fragmentos da verdade para sustentar grandes mentiras. Hipócritas — raça de víboras, túmulos caiados, limpos por fora, ocosos por dentro. O mundo conseguiu me expulsar. Hoje sou uma alma errante em meio ao caos, à discórdia e à ganância que impera. E talvez sumir seja apenas uma forma silenciosa de continuar sendo inteiro. Esse é o grito que muitos retém dentro da sua alma. O medo do despertar e de manter a sua essência. Atila Negri

ATILANEGRI

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Pensador.com

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De fato, o tempo não se detém. Ele devora silêncios, limita a existência. Há, contudo, os que se julgam infinitos no reflexo do próprio ego,
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De fato, o tempo não se detém. Ele devora silêncios, limita a existência. Há, contudo, os que se julgam infinitos no reflexo do próprio ego, ociosos de alma, doentes de vaidade, vazios de essência. E no fim, resta apenas o eco — a lembrança de um instante que ousou ser vida, e já se perdeu no abismo do passado. Atila Negri

A vida é um livro de páginas imprevisíveis, ora pintadas de romance, ora marcadas por suspense. Carrega dramas intensos, noites de terror,
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A vida é um livro de páginas imprevisíveis, ora pintadas de romance, ora marcadas por suspense. Carrega dramas intensos, noites de terror, e batalhas que nos moldam em guerras silenciosas. Somos escritores de cada capítulo, atores de um roteiro sem ensaio, protagonistas de um único espetáculo: o filme da vida, que só se revela ao ser vivido.

DEIXA IR (nova versão) Há instantes em que o destino fala mais alto que o desejo. Queremos tanto, esperamos tanto,
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DEIXA IR (nova versão) Há instantes em que o destino fala mais alto que o desejo. Queremos tanto, esperamos tanto, e quando enfim chega, já parte… tão breve, tão fugaz quanto um sopro de vento. Ah, que mistério é a vida, que loucura é o tempo. Se está saindo, deixa ir. Se não soube permanecer, deixa ir. Se não soube cuidar, deixa ir. Deixa ir, deixa ir… Permite-se chorar, sofrer, lamentar, mas não se aprisione ao que não quis ficar. Porque a lógica é simples: se partiu, é porque nunca foi raiz, talvez nem deveria ter sido chegada. Para ficar, é preciso o mais profundo dos sentimentos: amor. E se não há amor, apenas deixa ir.

Quando falei de saudade, não era de um tempo qualquer, nem de um instante perdido —
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Quando falei de saudade, não era de um tempo qualquer, nem de um instante perdido — era de alguém especial. A pessoa mais linda que já conheci, não apenas no rosto, mas na essência que não se explica: alma pura, coração iluminado, luz que não se apaga. Há em teu olhar um brilho que me atravessa, que derrete o meu eu, desfaz minhas defesas e me reconstrói em silêncio. A saudade… ah, essa companheira discreta, é paciente como o amor. Ela não grita — ela espera. Espera como a finitude da vida contrasta com a eternidade do espírito, sabendo que o que é verdadeiro não se perde no tempo. Teu doce sorriso preenche vazios antigos, lugares em mim que eu nem sabia que existiam. E ainda assim, a espera… essa espera inquieta, me faz sentir, a cada minuto, a saudade crescer. E eu sigo, entre o agora e o porvir, esperando por você — como quem sabe que o amor verdadeiro sempre encontra o caminho de volta. Atila Negri