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Frase de CHRISTOPHER LASCH

⁠Pode-se esperar um declínio nos padrões de vida das classes médias em todos os países a que denominamos, cor tanta esperança, de mundo em desenvolvimento. Em um país como o Peru, que já foi uma nação próspera com perspectivas razoáveis de melhoria das instituições parlamentares, a classe média praticamente deixou de existir. A classe média, como lembra Walter Russell Mead no seu estudo sobre o declínio do império americano, Mortal Splendor, "não surge do nada". Seu poder e número "dependem da riqueza geral da economia doméstica", e, conseqüentemente, nos países em que "a ri- queza está concentrada nas mãos de uma pequena oligarquia e o resto da população é desesperadoramente pobre, a classe média pode crescer somente até um certo ponto. (...) [Ela] não escapa ao seu papel básico de classe que serve à oligarquia". Christopher Lasch

CHRISTOPHER LASCH

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de CHRISTOPHER LASCH

⁠A riqueza, hoje em dia ou, para muitos americanos, a simples sobrevivência - requer a renda adicional representada. pela participação da mulher na força de trabalho. A prosperidade desfrutada pelas classes empresariais e profissionais, que compõem a maior parte dos 20% do topo d…
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⁠A riqueza, hoje em dia ou, para muitos americanos, a simples sobrevivência - requer a renda adicional representada. pela participação da mulher na força de trabalho. A prosperidade desfrutada pelas classes empresariais e profissionais, que compõem a maior parte dos 20% do topo da pirâmide de renda, deriva em grande parte do modelo conjugal emergente, grosseiramente conhecido como "contrato de acasalamento" ou seja, a tendência dos homens de se casarem com mulheres que possam contribuir com uma renda mais ou menos equivalente à sua. Os médicos costumavam se casar com enfermeiras, advogados e executivos com suas secretárias. Hoje, os homens da classe média alta preferem se casar com mulheres da sua própria classe, colegas de profissão ou de negócios com suas próprias carreiras lucrativas.

⁠Quando José Ortega y Gasset publicou A Rebelião das Massas, traduzida para a língua inglesa em 1932, ele não poderia ter previsto um momento em que seria mais apropriado falar de uma rebelião de elites. Escrevendo na era da revolução bolchevique e da ascensão do fascismo, em mei…
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⁠Quando José Ortega y Gasset publicou A Rebelião das Massas, traduzida para a língua inglesa em 1932, ele não poderia ter previsto um momento em que seria mais apropriado falar de uma rebelião de elites. Escrevendo na era da revolução bolchevique e da ascensão do fascismo, em meio ao que restara de uma guerra cataclísmica que arrasou a Europa, Ortega atribuiu a crise da cultura ocidental ao "domínio político das massas". Hoje, entretanto, são as elites que controlam o fluxo internacional de dinheiro e as informações, presidem fundações filantrópicas e instituições de ensino superior, administram os instrumentos de produção cultural e, portanto, estabelecem os termos do debate público, que perderam a fé nos valores do Ocidente, ou no que resta deles. Para muitos, o próprio termo "civilização ocidental" lembra agora um sistema organizado de dominação que se destina a reforçar a conformidade com os valores burgueses e a manter as vítimas da opressão patriarcal mulheres, crianças, homossexuais, pessoas de cor permanentemente submissas.

⁠A CLASSE MÉDIA ALTA, o coração das novas elites profissionais e empresariais, é definida, além da sua renda em rápida as- censão, não tanto por sua ideologia quanto por um estilo de vida que a distingue, mais ou menos inequivocamente, do resto da população. Mesmo o seu feminismo…
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⁠A CLASSE MÉDIA ALTA, o coração das novas elites profissionais e empresariais, é definida, além da sua renda em rápida as- censão, não tanto por sua ideologia quanto por um estilo de vida que a distingue, mais ou menos inequivocamente, do resto da população. Mesmo o seu feminismo isto é, o compromisso com uma família em que pai e mãe têm cada um a sua carreira é uma questão mais de necessidade prática do que de convicção política. Christopher Lasch

⁠O argumento de Lippmann baseava-se em uma nítida distinção entre opinião e ciência. Apenas a última, pensava ele, poderia alegar objetividade. A opinião, por outro lado, baseava-se em impressões vagas, preconceitos e racionalizações de desejos. Esse culto ao profissionalismo tev…
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⁠O argumento de Lippmann baseava-se em uma nítida distinção entre opinião e ciência. Apenas a última, pensava ele, poderia alegar objetividade. A opinião, por outro lado, baseava-se em impressões vagas, preconceitos e racionalizações de desejos. Esse culto ao profissionalismo teve uma influência decisiva no desenvolvimento do jornalismo moderno. Os jornais poderiam ter servido como extensões dos comícios municipais. Em vez disso, eles abraçaram um ideal de objetividade mal orientado e definiram sua meta como a de circulação de informações confiáveis - isto é, o tipo de informações que tende não a promover o debate, mas a frustrá-lo.