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Frase de Ismael Azevedo

Caminhei com pernas firmes, chutei algumas pedras, corri e fiz poeira arrastando os pés meio cansados claro, mas não parei. Haviam buracos e muitos eu pulei, pulei até mais de um com um único pulo, em outros eu tropecei, ralei o joelho, feriu, mas sarou, não sem dor óbvio, parei em sombras grandes de árvores, mas chegava sempre o outono, as folhas caiam e já não havia sombra, então voltava a caminhar, e o inverno trazia o frio, as chuvas, os trovões, o medo, porém em meio aquelas nuvens negras sempre havia um sol a brilhar na manhã seguinte. Caminhei não sem medo, quando veio a primavera, as belas rosas, os perfumes mais balsâmicos, criei uma ilusão daquilo tudo, parecia não acabar, até chegar as abelhas em busca daquele néctar e então me fez correr, o ambiente ficara hostil, elas me atacavam, corri, corri incansavelmente em meio as rosas, o vento ao nariz já nem me permitia sentir aquele perfume, corri até chegar o verão, o sol nas costas, o calor na alma, uma angústia desgastada com passos já cansados e uma certeza em mim: Independente da estação em que nos encontramos na vida, sempre haverá um motivo que nos faça mudar a rotina, mudar as relações com o ambiente, essa é a forma mais certeira que a vida tem de alertar que nada é para sempre, tudo tem começo, meio e fim. As estações existem para lembrar-nos que devemos ser permissíveis as mudanças, sermos camaleão, modificarmos, adaptarmos nosso eu para uma melhor relação com o ambiente, as pessoas e os seres que nele existam. Por fim só não podemos parar com a caminhada, ela é longa, porém é prazerosa mesmo que as folhas sequem, que as abelhas piquem, que o sol queime, tudo deve ser experiência, deve ser vivido com prazer e sem arrependimento.

Ismael Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Ismael Azevedo

E daí a gente descobre que a omissão e a mentira são pratos insabidos e indigestos que nos trás dor e desbota nossa vida envernizando nosso sorriso. Descobre também que todo dia tem que ser um recomeço, e que todo recomeço é o uma borracha, e descobre que os dois lados da borrach…
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E daí a gente descobre que a omissão e a mentira são pratos insabidos e indigestos que nos trás dor e desbota nossa vida envernizando nosso sorriso. Descobre também que todo dia tem que ser um recomeço, e que todo recomeço é o uma borracha, e descobre que os dois lados da borracha serão um para apagar a história e outro para apagar a dor, mas a experiência, essa nunca será questionada e apagada, você sempre será aquilo que já escreveu, e mesmo que tenha apagado não apagará aquilo que és.

Eu não sou de barro, mas quebro, a cara. Eu não sou de açúcar, mas me desmancho, em lágrimas. Eu não sou de gelo, mas me derreto em amor. Contudo então só provo uma coisa, que sou de carne e osso, que sou humano e que independente de qualquer coisa sou um ser que além da matéria…
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Eu não sou de barro, mas quebro, a cara. Eu não sou de açúcar, mas me desmancho, em lágrimas. Eu não sou de gelo, mas me derreto em amor. Contudo então só provo uma coisa, que sou de carne e osso, que sou humano e que independente de qualquer coisa sou um ser que além da matéria tenho sentimentos.

Você saberá quando lhes for inconfortante suas inverdades, quando pois, o homem do espelho sequer suportará olhar em sua face, e você não acreditará como em suas inverdades, pois ele seria seu próprio reflexo, ele te falará sem olhar em sua face de mentiras que você precisa ter v…
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Você saberá quando lhes for inconfortante suas inverdades, quando pois, o homem do espelho sequer suportará olhar em sua face, e você não acreditará como em suas inverdades, pois ele seria seu próprio reflexo, ele te falará sem olhar em sua face de mentiras que você precisa ter vergonha de si mesmo