Frase de Paulo Henrique Martins Seixas
Sou loucamente delicado e agressivo Sou rio e sou vulcão Sou selva de pedra e maré aberta Sou estável e mutável Sou contrários e contraditórios Sou amor manso e desejo enfurecido.
No pensador.ai desde
Sou loucamente delicado e agressivo Sou rio e sou vulcão Sou selva de pedra e maré aberta Sou estável e mutável Sou contrários e contraditórios Sou amor manso e desejo enfurecido.
No pensador.ai desde
Culpado Eu Culpado sou eu de não seguir paradigmas domesticados Em não seguir diretrizes alinhadas a uma conduta esperada
Culpado Eu Culpado sou eu de não seguir paradigmas domesticados Em não seguir diretrizes alinhadas a uma conduta esperada Culpado sou eu de ser um ser livre como a fuligem espalhada pelo vento De ter a mente aberta a experiência de viver vontades polêmicas Culpado eu? De ser apenas eu? De me sentir no direito de minhas próprias escolhas E revirar o momento em busca da experimentação plena Culpado de ser apenas o que eles gostariam de ser, mas não tem coragem Logo eu, notoriamente desafiador de regras Eu que mesmo imprudente não me arrependo de nada E que mesmo impulsivo, nunca feri ninguém Logo eu, culpado de ser quem sou Mas logo eu, julgado por tantos Sou o primeiro a estender as mãos ao libertado O agora libertado que antes fora meu opressor A supri-lo com todo meu amor.
Parece impossível encontrar alguém que tenha os parâmetros que eu busco, e ao mesmo tempo é tão egocentrismo atribuir parâmetros. Mas é que não saberia viver com alguém sem intensidade, intensidade nas conversas, na música, no olhar, no abraço, no beijo, ... A intensidade é o que…
Parece impossível encontrar alguém que tenha os parâmetros que eu busco, e ao mesmo tempo é tão egocentrismo atribuir parâmetros. Mas é que não saberia viver com alguém sem intensidade, intensidade nas conversas, na música, no olhar, no abraço, no beijo, ... A intensidade é o que me dá energia, é o que me faz diferenciar cada dia, porque cada dia é único. E além de toda essa intensidade, ser alguém que não prenda minha liberdade, porque ela não é uma ameaça, ela é a chave da minha alma. Ser livre é não se limitar aos padrões de outro, é ser você por você.
Amores Qual teria sido amor? Eu me deparo com uma extensa lista
Amores Qual teria sido amor? Eu me deparo com uma extensa lista De amores que se apagaram mais rápido que uma estação Mas que se estendem em memórias como um laço inacabado Fico entre um contraditório De que os meus amores terem sido tão superficiais Mas de terem permanecido no meu pensamento em dias tão distantes. Minha cabeça fica um grande nó E o meu coração uma grande festa Que se sente em direito de reclamar todos esses amores como legítimos e não extintos. Pode-se imaginar a bagunça dos meus sentimentos Em não conseguir medir essas grandezas em proporções razoáveis Deixando que eu me torne um amante de 6 amores Mas um solitário de nenhum abraço apertado (Paulo Seixas)
Liberdade Quem és tu liberdade? Que tanto ouço falar e nunca sequer a toquei
Liberdade Quem és tu liberdade? Que tanto ouço falar e nunca sequer a toquei É de pura matéria ou pura ilusão? Ilusão que disfarça minhas correntes Ou matéria que se desfaz nas minhas mãos? Essa independência íntima sem violação Esse pulsar de serenidade que acalma o coração Liberdade, liberdade, liberdade Quem és tu que não destranca minha prisão? Essa detenção que se espalha na minha capacidade Oh liberdade, porque se escondestes de mim? Liberte a minha mente de todas essas angústias Faça de mim um ser livre de negatividades e opressões Inocenta minha alma com sua doce sensação.