Frase de Giovane Silva Santos
O dilema do dinheiro e a ausência da essência das relações Um domingo típico. De repente esquisito. Lembrança paternal. Um filme. Uma vida. Talvez a nostalgia da ausência. Pais. Filhos. Amigos. Tudo. Nada. Um abrigo na solidão. Ah se tivesse dinheiro. Abraços teria de cervejeiros. Sexo e algumas modelos. Compraria o sorriso. Mas..... Como estaria meu travesseiro. Escravidão pelos males do mundo. Exigindo eu o olhar. Cobrando estou. O que não dou. O que não sou. Em algum lugar alguém aceitaria. Um abraço meu. Um sinal de amizade. Mas em mim o pensar covarde. Não se deixa ter razão. O dinheiro move. Ele é decisão. Também faz diferença. Quem sente e medita. No fruto das relações. A sensata essência. Um desabafo ao acaso. De mim um traço. Solidão como regaço. É não. É nada. Quando se bebe a água da reflexão. A mente fica um pouco mais sadia. O coração não permite sangria. O dinheiro vai. Fica o que alivia. Receba um abraço amigo. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde