Frase de Beto Acioli
Recônditos Moram em celas sombrias de um coração baldio remorsos sem fins angústias e ressentimentos de mornos perjúrios de afrontas às boas venturas por entes carentes de luz... sós como sóis poentes morrem os poetas por pudores insepultos e rogam perdão prum renascimento... navegam mares de solidões bradam às verdades num hermético cubículo mas dormem em silêncio... e em cada gota de tempo rios de prantos indiferenças rebuscas em secas... por eternidades vão por trilhos retorcidos mortos que se arrastam por céus já descoloridos... e sós arfam brisas sem movimentos em climas de objeções nas aversões de prazeres e desejos ressequidos.
No pensador.ai desde