Frase de Luciano Spaganol - poeta do cerrado
PRA QUÊ? Como quem fica defronte duma cilada espantado, sufocado, aí fui deixando os sonhos pela desmarcada estrada donde vinha, deveras, caminhando E a minha alma, de chorar molhada então ficava, o peito ali suspirando me vi, enfim, que chorei pra nada e pra nada foi que chorei passando Assim, corroí o poético sentimento redigindo a sangue cada caro verso e num sombrio poetar, tristura se lê E pergunto em fim ao duro lamento: - se ainda terei na vida penar diverso Pra que sofrer, e o pranto... Pra quê? © Luciano Spagnol - poeta do cerrado Outubro,17/2020 – Triângulo Mineiro
Luciano Spaganol - poeta do cerrado
No pensador.ai desde