Frase de Bruna Longobucco
Não sei dizer quando Mas sei dizer quanto Te amo muito Te quero tanto.
No pensador.ai desde
Não sei dizer quando Mas sei dizer quanto Te amo muito Te quero tanto.
No pensador.ai desde
"Toda paixão nasce de um primeiro contato. O meu foi com a leitura. Desde que aprendi a ler, a Literatura trouxe novos horizontes para minha vida, bem mais atraentes do que a realidade de uma criança solitária. E de repente eu estava ali sentada e viajando pelo mundo. Conheci lug…
"Toda paixão nasce de um primeiro contato. O meu foi com a leitura. Desde que aprendi a ler, a Literatura trouxe novos horizontes para minha vida, bem mais atraentes do que a realidade de uma criança solitária. E de repente eu estava ali sentada e viajando pelo mundo. Conheci lugares inexistentes e tão reais. Com o tempo, minha alegria era fechar os olhos e IMAGINAR minhas próprias histórias, pois ainda não sabia como redigi-las."
Dois Desenhos Guardo dentro de mim um reflexo pequeno e outro grande. Duas sombras. Dois desenhos. Quando amor eu sou gigante!
Dois Desenhos Guardo dentro de mim um reflexo pequeno e outro grande. Duas sombras. Dois desenhos. Quando amor eu sou gigante! Se desilusão, nossa, sou tão insignificante... Minúscula escalo as pedras e, em meio ao percurso sinuoso, falo de tantas coisas: do olhar que vejo além daqui, do horizonte que se estende ali, de um tal de desamor, do brusco desencontro, da face frustrante que oferece a realidade naquele instante. Mas gosto mesmo é de vencer os obstáculos e sou maior quando alcanço a planície. Aí reencontro o amor, faço as pazes com meus sonhos, retomo a coragem e serena vou admirar. Admirar o céu de tarde: o brilho das cores pinceladas que despertam quando o sol se prepara para dormir. Admirar o céu de noite: pontilhado de estrelas ou claro de lua cheia. De manhã: acordo em expectativa. Admiro o céu luminoso do dia, cobrindo meus passos na terra fresca e macia da estrada. A estrada que me fala de caminhos. Linda em pensamento, guarda além das margens, lembranças e acontecimentos. E o melhor, nela está não só o que já foi, mas o que ainda pode ser.
A síndrome do pânico É noite Madrugada
A síndrome do pânico É noite Madrugada Acordo assustada Sinto falta de ar Dispara meu peito Quero fugir Quero correr Parece que vou desmaiar É dia Coração acelerado Compasso desatinado Falta o ar Gira o chão Estou sem lugar É essa fobia desajustada que me faz desatinar Tantos médicos Um diagnóstico Síndrome do pânico Não sei o que fazer Sinto medo de sentir medo Esse pavor que insiste Desassossega Mas desacreditam de mim Duvidam E até se divertem Acham que é frescura Fricote Mas é tão forte É dor de morte Aprendo a respirar Aprendo a controlar Joguei fora a tarja preta Minha mente precisa aquietar Sem química Sem me envenenar Aprendi que o medo não pode me controlar Conheço agora suas faces Os disfarces São linhas que não se veem Caminhos que não se leem Obscuros passos Impensados espaços Hoje não procuro aceitação de ninguém Venço todos os dias Já não sou toda do medo Meu medo aprendeu a ser parte de mim.
"Se ter deixasse de ser o primeiro lugar em sua lista de prioridades Você saberia como chegar ao inesperado Que é possível fazer o inacreditável
"Se ter deixasse de ser o primeiro lugar em sua lista de prioridades Você saberia como chegar ao inesperado Que é possível fazer o inacreditável E aprenderia a olhar para um lugar Que está muito acima dos outros Que se esconde além do entendimento que predomina entre os homens Porque embora todos saibam indicar o céu Raros o merecem E ele existe para poucos."