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Frase de Victor de Oliveira Antunes Neto

⁠O perdão é o inicio da capacidade da compreensão. Diferente da resignação como forma de resiliência, o perdão é o ato de suportar aquilo que pode ser consertado ou remediado a certo tempo. O perdão, pois, tem prazo; reside no tempo em que algo pode ser feito para sua concretude e remediação. Por isso ele sempre urge. A resignação, como capacidade de aceitar o que foi consumido pelo decurso do tempo, vai além dele. Ela dá remissão do tempo não exercido por aquele a quem o perdão aproveitaria. A resignação, como espécie de resiliência é, portanto, a evolução do espírito que concede a paz além do tempo do perdão. Por isso, quando o tempo disser que algo não merece mais o perdão, a paz só advirá da resignação; um ultraperdão, só formatável no coração daqueles que sabem amar; que sabem ver muito além das coisas terrenas. Jesus, acima do perdão nos fez ver por resignação e complacência que não tinhamos noção de tudo que a Ele fizemos: "Perdoai-os Pai, porque não sabem o que fazem!". E nós ensinou o "abc" do seu amor quando nos disse: "Eis que perdoarás 77 vezes x 7". Assim sendo, nosso perdão é sempre limitado a retribuição do estado das coisas, enquanto a resignação como resiliência é a aceitação das coisas em um recomeço com a capacidade de faze-lo. O perdão é reconstrução da relação para afastar a dor, enquanto a resignação é o recomeço. Resignação não é frouxidão, nem covardia nem dependência: a resignação, como capacidade de ir além do perdão, há de ser sempre vista como o primeiro degrau da luz. Mais importante que o perdão, a resignação é sempre o ato necessário para a vida seguir em frente. Deus seja louvado.(Victor Antunes)

Victor de Oliveira Antunes Neto

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Victor de Oliveira Antunes Neto

Rousseau em seu livro "Do Contrato Social" preamburlamente arremata: "O homem nasceu livre, e em toda parte se encontra sob ferros", nos faz refletir sobre o que de fato está acontecendo com nossa sociedade; afinal, estaríamos caminhando para uma evolução da liberdade consciente…
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Rousseau em seu livro "Do Contrato Social" preamburlamente arremata: "O homem nasceu livre, e em toda parte se encontra sob ferros", nos faz refletir sobre o que de fato está acontecendo com nossa sociedade; afinal, estaríamos caminhando para uma evolução da liberdade consciente e permissiva, onde todos terão o comportamento de entes humanos esclarecidos e fraternos, ou estamos indo direto à barbárie do "homo homini lupus est"? Por todos os seus fundamentos, esta reflexão imanente do ser pensante, vem desde sempre espreitando o futuro da humanidade. A relação entre liberdade e sociedade continua paradoxal. E foi exatamente esse esclarecimento que o Christo trouxe a esse mundo: fazer do homem um ser "vivo" e feliz, um ser fraterno, livre dos grilhões da burrice e da estupidez!... Quando ELe nos dá o caminho a ser seguido, só nos cabe segui-lo, pouco importando o que estará acontecendo... Segundo disse o novo Papa "...todo despertar exige cruz!"... Eu sei que todo fardo pesa, e por vezes o caminho parecerá mais fácil sem ele. Já quis por várias vezes só seguir sem peso; porque muitos não me compreendem nem respeitam; mas ao refletir certa vez, tempos atrás, descobri que não dá pra fazer o caminho sem o fardo porque o caminho e o fardo são "um"... Daí...

⁠* TEMPOS MODERNOS* ‐ Bom dia!... Àqueles que têm cérebro, assomamos com certas coisas que são postadas; cremos firmemente que há uma convulsão social no planeta; e está alicerçada em uma espécie de idiotia compulsiva jamais vista. O medíocre tomou de golpe as relações; e de ta…
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⁠* TEMPOS MODERNOS* ‐ Bom dia!... Àqueles que têm cérebro, assomamos com certas coisas que são postadas; cremos firmemente que há uma convulsão social no planeta; e está alicerçada em uma espécie de idiotia compulsiva jamais vista. O medíocre tomou de golpe as relações; e de tal modo assola, que a estupidez é a pauta do admirável. Nunca se viu tanta gente estulta divagando, e postando sobre o estrume mental que lucubra. A regressão social é, pois, patente. A catarse dessa coisa horrrorosa - conjecturamos -, silenciosamente nos está aproximando do fim. Como tem gente pulha; a solução talvez seja a alienação enquanto aguardamos a nuvém radioativa; ou talvez, ainda, fugir pro mato; procurar uma caverna; virar hermitão.