Pular para o conteúdo

Frase de William Shakespeare

Soneto LXXVIII "Tão frequentemente te invoquei como musa, E um apoio tão lindo encontrei para o meu verso, Que toda caneta estrangeira pegou minha mania, E sob ti a poesia deles dispersa. Teus olhos, que ensinaram os mudos a cantarem, E a pesada ignorância a alto voar, Acrescentou penas às asas dos sábios, E deu graça uma dupla majestade. E contudo estejas super orgulhosa daquilo que eu compilo, Cuja influência é tua, e de ti proveio: Nos trabalhos dos outros apenas remendas o estilo E suas artes com tuas doces graças ficam melhoradas; Mas tu és toda minha arte e aumentas, Tão alto quanto o conhecimento, a minha rude ignorância."

William Shakespeare

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de William Shakespeare

Falais baixo se falais de amor.
Morrestes achando que amava. Matastes pensando que era amor. Dominado pelo egoísmo da paixão, nos fez ver que não te conhecíamos como deveríamos e, por tua atitude, demonstrou que não conhecias o amor.
Continuar lendo

Morrestes achando que amava. Matastes pensando que era amor. Dominado pelo egoísmo da paixão, nos fez ver que não te conhecíamos como deveríamos e, por tua atitude, demonstrou que não conhecias o amor. Descansem em paz.

Amor é um marco eterno, dominante, Que encara a tempestade com bravura; É astro que norteia a vela errante,
Continuar lendo

Amor é um marco eterno, dominante, Que encara a tempestade com bravura; É astro que norteia a vela errante, Cujo valor se ignora, lá na altura. Amor não teme o tempo, muito embora Seu alfange não poupe a mocidade; Amor não se transforma de hora em hora, Antes se afirma para a eternidade.

Espelho não me Prova que Envelheço O espelho não me prova que envelheço Enquanto andares par com a mocidade;
Continuar lendo

Espelho não me Prova que Envelheço O espelho não me prova que envelheço Enquanto andares par com a mocidade; Mas se de rugas vir teu rosto impresso, Já sei que a Morte a minha vida invade. Pois toda essa beleza que te veste Vem de meu coração, que é teu espelho; O meu vive em teu peito, e o teu me deste: Por isso como posso ser mais velho? Portanto, amor, tenhas de ti cuidado Que eu, não por mim, antes por ti, terei; Levar teu coração, tão desvelado Qual ama guarda o doce infante, eu hei. E nem penses em volta, morto o meu, Pois para sempre é que me deste o teu. (Tradução Ivo Barroso)