Frase de Giovane Silva Santos
Eu, sendo eu Antipático para um o mundo. Simpático para eu. Um desdenho externo profundo. Com força que não tem o ateu. Que se cobra, que se pressiona. Que chora pelo que a sociedade ocasiona. Que se detém pelo arrepender. Que se pende pelo perder. Quando o orar não se atenta. Quando a carne violenta. Quando os lábios assovia. Destoa a magia. Do segredo e da ética. Mas percebendo. Pecado é a saborosa vida eclética. Pela variação de erros. Nem mesmo percebia. Por tantos desmazelos. Sou capaz de mergulhar. Capaz de voar. Nas mágicas e magias. De se entregar e fugir das orgias. De meditar e lamentar. Enfim. Num enredo lido. A balança que consolido. De um lado o perfeito. Do outro o defeito. Eu e Cristo. Esquisito. Não. Ele e eu nessa questão. Eu me humilho e ele estende a mão. Mas é a realidade do mundo. A balança da canção. Canta minha dificuldade e fraqueza. Para exaltar a cruz, a verdadeira riqueza. Entre pesos e medidas. Pelas curas e feridas, Faz se a harmonia. A vida indefesa. Eu. A balança. A necessidade e a riqueza. A força e a fraqueza. Eu a fraqueza e Cristo a riqueza. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde