Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
BARCOS DE PAPEL (soneto) Na chuva da temporada, pela calçada A enxurrada era um rio, e o meio fio O teu leito, com barragem e desafio Na ingênua diversão da meninada Bons tempos felizes, farra, mais nada Ah! Os barcos de papel, inventivo feitio Cada qual com um sonho e um tal brio Navegando sem destino, a sua armada Chuva e vento, aventura e os barquinhos Tal qual a fado nos mostra os caminhos E a traçada quimera no destino velejada Barcos de papel, ah ideais, são poesias Que nos conduzem nas cheias dos dias No vem e vai, no balanço, da jornada... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 27/06/2020, 11’05” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde