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Frase de Pra. Mônica Campello

⁠Detox doutrinário cristão “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna” (Jo 6:54). Efeito Detox de Cristo: o processo de detoxificação desenvolvido pelo poder de Cristo transforma toxinas e substâncias estranhas aos ensinamentos bíblico-cristãos em elementos que se podem eliminar da mente, da alma e do espírito. Como? Pela palavra de Deus: "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rm 12:2); A mente humana cristã se deixa enveredar por caminhos que não correspondem aos caminhos de Deus de modo que fica enredado nos enganos e falsos princípios baseados em doutrinas estranhas que impedem de ver e conhecer as coisas como Deus vê e conhece. “Digo isso para seu bem, e não para lhes impor restrições. Quero que façam aquilo que os ajudará a servir melhor ao Senhor, com o mínimo possível de distrações” (1 Co 7:35). Porque “enredaste-te com as palavras da tua boca, prendeste-te com as palavras da tua boca” (Pv 6:2) e não da boca de Deus, e isso afasta a alma da paz e o leva a se esquecer do bem (Lm 3:17), mas o Senhor é bom para os que se atêm a ele, para a alma que o busca (Lm 3:25), pois é bem-aventurada a pessoa em cujo espírito não há engano (Sl 32:2). Todavia, muitos apostatam da fé verdadeira ao darem ouvidos a doutrinas errôneas que, mesmo com base em textos bíblicos, desencaminham os filhos de Deus da verdade bíblica. Para que isso não aconteça, é preciso que o espírito do homem seja inspirado por Deus que os torna sábios, e não por homens religiosos que o distraem acerca da direção divina. ♪♫O Espírito do Senhor Deus está sobre mim.♪♫ Não seguir regras deste mundo: “Não! Não é esse o jejum que eu quero” (Is 58:6). “tenham abandonado completamente a Deus. Foram eles mesmos que, mais uma vez, crucificaram o Filho de Deus e o humilharam diante de todos” (Hb 6:6). “e que depois se desviaram. Sim, é impossível trazê-los de volta ao arrependimento, pois, ao rejeitar o Filho de Deus, eles voltaram a pregá-lo na cruz, expondo-o à vergonha pública” (Hb 6:6). “É impossível, pois, trazer de volta ao arrependimento aqueles que uma vez foram iluminados, que provaram o dom celestial, que se tornaram participantes do Espírito Santo, que provaram a boa mensagem de Deus e os poderes do mundo que ainda virá, e depois desistiram da fé. Sim, é impossível trazê-los de volta ao arrependimento, uma vez que eles mesmos estão novamente crucificando ao Filho de Deus e zombando dele publicamente” (Hb 6:4-6). Muitos crentes em Jesus se veem tentados a se envolverem novamente com religiosidades e ritos passados dos quais um dia foram libertos por Jesus. Um crente está fadado ao fracasso dode um crescimento em direção à maturidade cristã quando se deixa levar por ensinamentos ou práticas que não correspondem ao verdadeiro entendimento do texto sagrado. Assim, tornam-se estagnados no crescimento cristão. É preciso alcançar maturidade no entendimento para que não necessitem ser renovados novamente por ficarem sempre voltando a práticas antigas da lei que divergem dos ensinamentos sob a graça de Jesus Cristo; permanecer nas práticas antigas já abolidas por Cristo é o mesmo que pendurá-lo de novo no madeiro e o vituperar publicamente. (Hb 6:1-6) Não se deve voltar atrás e deixar de lado a fé baseada na suficiência da Graça de Jesus, voltando ao sistema da Lei e de suas práticas cerimoniais. É mister o cristão saber que práticas como o jejum, antes do advento do Evangelho de Jesus, eram sombras das coisas que chegariam com Cristo; ou seja, depois do sacrifício de Cristo pela salvação da humanidade um crente voltar a práticas legalistas é o mesmo que desdenhar da sua obra que uma vez por todas as extinguiu por meio de seu corpo e de seu sangue vertido na cruz do calvário. Regressar ao jugo da Lei é o mesmo que depositar sua fé num sistema velho que só foi útil até que o novo chegasse. “Digo isto para que ninguém engane a vocês com argumentos que parecem ser válidos” (Cl 2:4). “Não! Não é esse o jejum que eu quero” (Is 58:6). “Tenham cuidado para que ninguém os torne escravos por meio de argumentos sem valor, que vêm da sabedoria humana. Essas coisas vêm dos ensinamentos de criaturas humanas e dos espíritos que dominam o Universo e não de Cristo. Portanto, que ninguém faça para vocês ***leis sobre o que devem comer ou beber, ou sobre os dias santos, e a Festa da Lua Nova, e o sábado***. Tudo isso é apenas uma sombra daquilo que virá; a realidade é Cristo” (Cl 2:8, 16-17). Quem permanece nessas práticas antigas após o advento da Graça por Cristo crucifica-o novamente a cada respectiva realização de modo que se colocam em posição contrária àquilo pelo que Jesus morreu e ressuscitou. Ou seja, isso é o mesmo que sair da Graça e, consequentemente, cair da Graça, perdendo a oportunidade da verdadeira libertação por Jesus porque engodado pelo espírito legalista à moda farisaica que induz a barganhas com Deus e a cerimonialismos ineficazes porque não alcançarão o coração de Deus. Se uma prática cristã não for voltada exclusivamente para Deus, será impossível agradá-lo. Chega a ser herético deixar os ensinamentos de Jesus em prol da direção de homens religiosos porque têm renome ou posição considerável no seio da Igreja, como um pastor ou um reverendo. É dessa maneira que muitos acabam se apostando da fé verdadeira sem perceberem, e acabam seguindo homens em vez de seguir Jesus. Todavia, “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais; cantando ao Senhor com graça em vosso coração” (Cl 3:16). Um cristão sem perceber, por se dedicar às obras da Lei como “campanhas de jejum” pode estar se afastando de Deus sem perceber. Por exemplo, lança-se um propósito sobre fazer uma campanha de jejum de cinquenta dias durante os quais não se pode ter acesso à internet (entre outras exigências como se abster de certas comidas e bebidas, assistir a programas de TV etc.). Porém está escrito: “Então, por que é que vocês estão vivendo como se fossem deste mundo? ***Não obedeçam mais a regras como estas: “Não toque nesta coisa”, “não prove aquela”, “não pegue naquela”. Todas essas proibições têm a ver com coisas que se tornam inúteis depois de usadas. São apenas regras e ensinamentos que as pessoas inventam. De fato, essas regras parecem ser sábias, em devoção voluntária, a falsa humildade e um modo duro de tratar o corpo. Mas tudo isso não tem nenhum valor*** contra a natureza pecadora” (Cl 2:20b-23). No entanto, depois de lançada a campanha e perceberem que algumas proibições estão prejudicando suas vidas pessoais, mudam de ideia dizendo que podem ter acesso à internet para contato com a família, para estudos e para questões de trabalho; ou seja, mudam de ideia de acordo com a sua conveniência, quando percebem que a proposta inicial não corresponde às necessidades diárias, não se sustém sem o uso desses recursos, demonstrando que a proposta inicial não é viável. O jejum foi consagrado a Deus, mas a decisão de alterar seu modus operandi é do responsável que o propôs; nessa hora, não buscam o parecer de Deus, pois o do religioso é suficiente. Sabe-se biblicamente que se uma pessoa não tem capacidade para cumprir uma promessa ou um voto é melhor não o fazer do que o fazer e não cumprir: “É melhor não fazer voto do que fazer e não cumprir” (Ec 5:5). Buscaram um subterfúgio, um meio, uma desculpa, de poder sair daquilo que não podiam cumprir, usando de argumentos frouxos, tíbios, em nome da fé, usando um argumento convincente, porém eivado de interesses próprios em detrimento do compromisso assumido com Deus. Eis a falta de reverência para com Deus. Ademais, trata-se de um compromisso assumido publicamente entre os cristãos daquela determinada igreja. Esse compromisso público acaba se tornando uma brecha para que todos os participantes tenham uma forma de mostrarem santidade reciprocamente e para os de fora a quem declaram seu sacrifício segundo suas intenções; afinal, quem está fazendo o jejum de cinquenta dias é um varão valoroso, de fé, e de tantos outros atributos que o enobrecem diante dos homens; na verdade, já receberam o seu galardão, i.e., não há eficácia em seu sacrifício diante de Deus, além de sofrerem um afastamento de Deus por se dedicarem a obras mortas – exigências da Lei que não tinham e não têm poder para remover pecados tampouco para vivificar o pecador (Hb 10:11). Então, por que não fazer um jejum em secreto? Por que não fazer um jejum que somente Deus o saiba? Não! Parece que para esse tipo de crente essa prática silenciosa e secreta não tem muito valor; i.e., está mais voltada para os homens do que para Deus a quem dizem estar servindo. Jesus se fez sacrifício uma vez por todas de modo que não há mais necessidade de nenhum sacrifício por parte daqueles que ele já salvou e libertou. Esse tipo de jejum relembra os espetáculos feitos no Antigo Testamento por pessoas que se apresentavam quase que desfalecendo diante das outras, usando as piores roupas. Mas veja a advertência de Jesus: “Quando vocês jejuarem, não façam uma cara triste como fazem os hipócritas, pois eles fazem isso para todos saberem que eles estão jejuando. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: eles já receberam a sua recompensa. Mas você, quando jejuar, lave o rosto e penteie o cabelo para os outros não saberem que você está jejuando. E somente o seu Pai, que não pode ser visto, saberá que você está jejuando. E o seu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa” (Mt 6:16-18). Jejum não pode ser uma moeda de troca com Deus a fim de receber uma bênção. Se se deseja fazer um jejum que seja aprovado por Deus, que Deus venha a recebê-lo, é preciso que seja em secreto, longe das vistas das pessoas. O verdadeiro jejum para Deus se encontra em Isaías 58. Leia! Os santos de Deus – seus filhos fiéis que lhe obedecem às palavras – são os que decidem seguir a Deus; procuram seguir à risca suas instruções; procuram ser guiados pelo seu Espírito; não se submetem às regras do mundo; não são guiados por religiosos que buscam interesses humanos; buscam conhecer a verdade das Escrituras, examinando-as para verificar a pertinência da pregação e, consequentemente, recebem o dom do discernimento espiritual e da sabedoria. Desse modo, ficam livres de se tornarem iscas fáceis a serem engodadas por aqueles que buscam uma aparência de santidade, dando a impressão de serem guiados por Deus para guiar o povo de Deus. Contudo, Jesus exorta a que se deixem esses últimos e os classifica como guias cegos: “Deixai-os! Eles são guias cegos guiando cegos. Se um cego conduz outro cego, ambos cairão num buraco” (Mt 15:14). O verdadeiro jejum (Is 58) 1O Senhor Deus diz: “Grite com toda a força, sem parar! Grite alto, como se você fosse trombeta! Anuncie ao meu povo, os descendentes de Jacó, os seus pecados e as suas maldades. 2De fato, eles me adoram todos os dias e dizem que querem saber qual é a minha vontade, como se fossem um povo que faz o que é direito e que não desobedece às minhas leis. Pedem que eu lhes dê leis justas e estão sempre prontos para me adorar.” 3O povo pergunta a Deus: “Que adianta jejuar, se tu nem notas? Por que passar fome, se não te importas com isso?” O Senhor responde: “A verdade é que nos dias de jejum vocês cuidam dos seus negócios e exploram os seus empregados. 4Vocês passam os dias de jejum discutindo e brigando e chegam até a bater uns nos outros. Será que vocês pensam que, quando jejuam assim, eu vou ouvir as suas orações? 5O que é que eu quero que vocês façam nos dias de jejum? Será que desejo que passem fome, que se curvem como um bambu, que vistam roupa feita de pano grosseiro e se deitem em cima de cinzas? É isso o que vocês chamam de jejum? Acham que um dia de jejum assim me agrada? 6“Não! Não é esse o jejum que eu quero. Eu quero que soltem aqueles que foram presos injustamente, que tirem de cima deles o peso que os faz sofrer, que ponham em liberdade os que estão sendo oprimidos, que acabem com todo tipo de escravidão. 7O jejum que me agrada é que vocês repartam a sua comida com os famintos, que recebam em casa os pobres que estão desabrigados, que deem roupas aos que não têm e que nunca deixem de socorrer os seus parentes. 8“Então a luz da minha salvação brilhará como o sol, e logo vocês todos ficarão curados. O seu Salvador os guiará, e a presença do Senhor Deus os protegerá por todos os lados. 9Quando vocês gritarem pedindo socorro, eu os atenderei; pedirão a minha ajuda, e eu direi: ‘Estou aqui!’ “Se acabarem com todo tipo de exploração, com todas as ameaças e xingamentos; 10se derem de comer aos famintos e socorrerem os necessitados, a luz da minha salvação brilhará, e a escuridão em que vocês vivem ficará igual à luz do meio-dia. 11Eu, o Senhor, sempre os guiarei; até mesmo no deserto, eu lhes darei de comer e farei com que fiquem sãos e fortes. Vocês serão como um jardim bem-regado, como uma fonte de onde não para de correr água. 12Em cima dos alicerces antigos, vocês reconstruirão cidades que tinham sido arrasadas. Vocês serão conhecidos como o povo que levantou muralhas de novo, que construiu novamente casas que tinham caído.”

Pra. Mônica Campello

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Pensador.com

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⁠Será que a gente está satisfeito com o que a gente tem? Será que o que a gente tem é suficiente? Será que a gente sabe agradecer pelo que tem? Será que a gente consegue não reclamar pelo que não tem? Será que a gente é verdadeiro quando diz: “Não tenho tudo que amo, mas amo tudo que tenho“? Será que a gente não está querendo além da conta ou além do que merece ou além do que precisa? Será que a gente aprendeu mesmo de Deus que ele supre todas as nossas necessidades? Sim, a gente precisa acreditar que Deus cuida da gente e não deixa faltar nada pra gente! #espiritual #domingo #domingou #boatardee #boatardinha #bomdomingo #felizdomingo #pramonicacampello

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⁠Batismo com o Espírito Santo. Não é necessariamente “falar em línguas”. Esse foi um evento específico ocorrido por ocasião da primeira manifestação do Espírito Santo a derramar do seu poder sobre os fiéis. Primeiro, eles foram batizados com o Espírito Santo, e depois de batizados foi que falaram em línguas e profetizaram, i e., A evidência do batismo com o Espírito Santo não está no “falar em línguas”; essa é uma compreensão bíblica que todo crente deve ter. Leiamos com muita atenção os seguintes versículos: Línguas e profecias: “E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e tanto falavam em línguas como profetizavam” (At 19:6). Primeiro foram cheios do Espírito Santo e depois falaram em línguas: “Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem” (At 2:4). E pode haver outras formas de batismo com o Espírito Santo: Davi tocava, Miriam dançava, Jeremias chorava, Sara ria, Salomão salmodiava... “Atenção! Nem todos que são batizados no Espírito Santo falam em línguas, ou profetizam, ou fazem milagres. Essas são apenas algumas coisas que podem acontecer. Ser batizado no Espírito Santo também não torna você “mais espiritual” que outros crentes.” (Por Respostas Biblicas)

⁠Casadinhas do Senhor para não esquecer sua palavra — 28:28; revelação direta da boca de Deus. Pedi ao Senhor sabedoria para poder discernir o certo do errado, e assim ele me respondeu: “Mas onde pode ser achada a sabedoria? De onde vem, então, a sabedoria? Só Deus conhece o ca…
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⁠Casadinhas do Senhor para não esquecer sua palavra — 28:28; revelação direta da boca de Deus. Pedi ao Senhor sabedoria para poder discernir o certo do errado, e assim ele me respondeu: “Mas onde pode ser achada a sabedoria? De onde vem, então, a sabedoria? Só Deus conhece o caminho; só ele sabe onde está a sabedoria; foi então que ele viu a sabedoria, e a examinou, e aprovou. E ele disse aos seres humanos: “Para ser sábio, é preciso temer o Senhor” (Jó‬ ‭28:12, 20, 23, 27-28‬). Assim, entendi Deus me esclarecer: “Você quer sabedoria? Basta temer a mim, teu Senhor e teu Deus”.

Qual é a tua prisão? Quando se fala em prisão, automaticamente se pensa no termo de forma literal; porém, é mister pensar no seu significado conotativo que remete à noção de prisão espiritual. Quantas vezes alguém percebe que mantém aprisionado na mente um determinado pensamen…
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Qual é a tua prisão? Quando se fala em prisão, automaticamente se pensa no termo de forma literal; porém, é mister pensar no seu significado conotativo que remete à noção de prisão espiritual. Quantas vezes alguém percebe que mantém aprisionado na mente um determinado pensamento ruim contra o qual sempre se está lutando. Então, chega aquele dia maravilhoso em que a pessoa tem uma ideia libertadora: “Vou falar sobre isso com Deus.“ Então, ela decide orar e buscar a resposta de Deus que, em sua misericórdia, provê o mistério da abertura da Bíblia que é confirmado através da libertação pelo poder da sua palavra. Assim, aprendemos de Deus o quanto precisamos confessar as nossas fraquezas para dele alcançarmos a verdadeira liberdade do espírito que traz paz.  “E eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão; e, tocando a Pedro no lado, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa! E caíram-lhe das mãos as cadeias. E disse-lhe o anjo: Cinge-te e ata as tuas sandálias. E ele o fez assim. Disse-lhe mais: Lança às costas a tua capa e segue-me. ASSUMA O SEU MINISTÉRIO! E, saindo, o seguia. E não sabia que era real o que estava sendo feito pelo anjo, mas cuidava que via alguma visão. CREIA QUE DEUS ESTÁ COM VOCÊ! E, quando passaram a primeira e a segunda guarda, chegaram à porta de ferro que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma; O MILAGRE DE DEUS ACONTECE! e, tendo saído, percorreram uma rua, e logo o anjo se apartou dele. DEUS PREPARA O CAMINHO E O CAPACITA PARA FAZER A OBRA! E Pedro, tornando a si, disse: Agora, sei, verdadeiramente, que o Senhor enviou o seu anjo e me livrou da mão de Herodes e de tudo o que o povo dos judeus esperava” (At 12:7-11). DEUS CONFIRMA SUA PRESENÇA! Deus está com seus servos fiéis (Jl 3:21; Ez 48:35; Mt 1:23; Ap 21:3) e os livra de todo o mal ao apagar todos os dardos inflamados do maligno (Ef 6:16) e os liberta de suas amarras interiores para poderem fazer a sua obra em paz e segurança mediante a capacitação que o próprio Deus lhes concede. TOMA A TUA CAPA E SEGUE JESUS! Referências cruzadas: Jo 6:68; 17:3; At 5:19,20; 16:26; 1 Jo 5:9-11.⁠