Frase de Joanna de Ângelis
Mediante uma autoanálise honesta, na qual se dispensam o elogio, a condenação e a justificação, o indivíduo deve permitir-se a identificação do erro, do problema, e sem consciência de culpa digerir o acontecimento, buscando os meios para reparação e a libertação do sentimento perturbador. (Divaldo Franco, Autodescobrimento, uma busca interior, p. 38)
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