Frase de Matheus Henrique de campos
A estação abandonada (Verso 1) Na penumbra de uma estação, onde os trilhos esquecidos Ecoam os murmúrios do tempo, segredos não divididos O vento sussurra histórias, entre os vagões de solidão Uma estação abandonada, palco da próxima canção (Refrão) E lá vem o trem fantasma, pelos trilhos da saudade Leva passageiros estranhos, em uma dança de eternidade Entre sombras e memórias, onde o passado se entrelaça Este é o caminho que transcende, (Verso 2) As portas rangem abertas, convidando almas perdidas Fantasmas do passado, embarcam em suas vidas Cada banco carrega histórias, como folhas ao vento Enquanto o trem serpenteia, seu destino é um segredo (Pré-Refrão) O chiar dos freios ressoa, como um lamento no ar Entre estações abandonadas, o mistério a se revelar A lua observa silenciosa, enquanto a viagem se inicia O trem fantasma parte, numa jornada que não se acaba (Refrão) E lá vem o trem fantasma, pelos trilhos da saudade Leva passageiros estranhos, em uma dança de eternidade Entre sombras e memórias, onde o passado se entrelaça Este é o caminho que transcende, (Ponte) Pelos campos de lembranças, o trem desliza como um sonho Passageiros observam paisagens, onde o tempo é um enigma a ser desvendado Uma sinfonia de suspiros, ecoando através dos vagões Enquanto o trem atravessa horizontes, tocando corações (Verso 3) A melodia da viagem, é uma canção sem fim Cada nota ressoa, em corações que buscam o além Rostos pálidos refletidos nas janelas embaçadas O trem fantasma avança, por trilhos onde a história é contada (Pré-Refrão) O tempo dança lentamente, entre os destroços do passado Na estação abandonada, um eco de vida é ressuscitado Os fantasmas do trem, em cada estação que passam Deixam marcas na alma, como vestígios que jamais se desfaçam (Refrão) E lá vem o trem fantasma, pelos trilhos da saudade Leva passageiros estranhos, em uma dança de eternidade Entre sombras e memórias, onde o passado se entrelaça Este é o caminho que transcende (Final) Na última estação, o trem desaparece na neblina Deixando para trás o eco de uma jornada divina A estação abandonada volta ao silêncio, à espera do amanhã Enquanto os passageiros descem, tocados por essa viagem sem fim.
No pensador.ai desde