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Frase de Fogacall

KARMA Em uma noite de insônia, enquanto lutava contra meus demônios, você apareceu em minha mente, trazendo consigo lembranças. Me arrastando de volta aos dias sombrios, seus olhos transbordavam dor e eu, covarde, fingia cegueira. Sem remorso, fui embora, deixando em tuas mãos promessas que se desmanchavam no ar. Logo mergulhei em outro abraço. Esse, sim, era o meu amor. Mas eu não era o dele, assim como você nunca foi o meu. Te via sendo afogado pela saudade enquanto eu desfrutava. Mas a vida não perdoa, e logo me entregou ao mesmo abismo que te dei. Eu era você, ele era eu, e tudo o que vi refletido foi a dor que te dei. Agora, ela me devora. Avassaladora.

Fogacall

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Fogacall

Apenas uma carta Meses se passaram e eu não te vi mais, nossos olhos já não se encontram e tudo o que me resta são memórias. Porém ainda consigo sentir o calor do teu corpo, sua voz me chamando, e seus lindos olhos castanhos que sorriam ao me ver, tudo isso já se tornou passado.…
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Apenas uma carta Meses se passaram e eu não te vi mais, nossos olhos já não se encontram e tudo o que me resta são memórias. Porém ainda consigo sentir o calor do teu corpo, sua voz me chamando, e seus lindos olhos castanhos que sorriam ao me ver, tudo isso já se tornou passado. Essas memórias sempre voltam a me assombrar, e essa ausência me devora silenciosamente. Os "e se" me perseguem a todo canto que eu vá mesmo sabendo que não tem como mudar o que já foi, e eu vivo no passado esperando que algum dia se torne o presente. Essa é apenas uma carta sem intenção de ser entregue, apenas um retrato do que sinto com sua falta. Mesmo distante você me inspira, mas se me perguntarem qual é a minha inspiração jamais direi que é você.

Sorriso metálico Seu sorriso já não me pertence. Eu já não sou o motivo das suas gargalhadas. Não escuto mais a sua voz, e aos poucos vou esquecendo como ela soava.
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Sorriso metálico Seu sorriso já não me pertence. Eu já não sou o motivo das suas gargalhadas. Não escuto mais a sua voz, e aos poucos vou esquecendo como ela soava. Seus beijos, que tanto me aqueciam, já não os sinto mais. Sigo assim, sem você. Apenas com a nostalgia do que existia antes de você desaparecer. Será que um dia isso realmente já me pertenceu ou era apenas ilusões que você me deixou acreditar?

Bicho Papão Você foi como um bicho papão escondido debaixo da minha cama. Igual às histórias que ouvimos na infância: o medo de sair no meio da madrugada para ir ao banheiro.
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Bicho Papão Você foi como um bicho papão escondido debaixo da minha cama. Igual às histórias que ouvimos na infância: o medo de sair no meio da madrugada para ir ao banheiro. E, por causa dele, a gente preferia se encolher e acabar molhando o colchão. Era mais confortável sentir o calor úmido que logo virava frio, do que ter coragem de levantar. Porque a simples ideia de que você estaria ali, debaixo, pronto para agarrar meus pés assim que eu tocasse o chão, já era aterrorizante. Com o tempo, o frio deixou de ser castigo e passou a se disfarçar de aconchego. E assim acontecia noite após noite: o pavor se instalava no quarto, e a única saída era gritar, esperando que alguém abrisse a porta e acendesse a luz. Mas esse alguém era você. Assim como estava debaixo da cama, você também era quem me consolava quando eu chamava. Você era o motivo do meu medo e o conforto no qual, iludida, eu me refugiava.