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Frase de gildersonsantos

O tempo é passageiro, e nossas escolhas, bilhetes que decidimos honrar. Embora a viagem seja breve, cada mudança no céu a transforma em algo belo e único. Viajar, no fim das contas, é como ouvir uma música: quem entende o ritmo, dança. E no futuro, ao lembrar, sentimos no ar a turbulência, as risadas... e a saudade suave de quem soube viver o momento.

gildersonsantos

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Pensador.com

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Ontem, revisitei memórias. Hoje as esqueci. Hoje, pecador, desmoronei.
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Ontem, revisitei memórias. Hoje as esqueci. Hoje, pecador, desmoronei. Amanhã, quem sabe, renasça com a força da água. Amanhã do amanhã, ressurjo como um milagre sem cena. Milagre que não vejo: sois somente eu.

O tempo passara. Uma mão fraca elevara; aquela mão branca, entre ossos e uma cama fina, de um tecido fino, me assustara. Não era tecido, era pele. Mas, ao levantá-la, senti medo. Algo mudou. Era mais pálida, sem vida. Toquei-a. Senti raiva, medo, amor. Que ódio dessas palavras.…
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O tempo passara. Uma mão fraca elevara; aquela mão branca, entre ossos e uma cama fina, de um tecido fino, me assustara. Não era tecido, era pele. Mas, ao levantá-la, senti medo. Algo mudou. Era mais pálida, sem vida. Toquei-a. Senti raiva, medo, amor. Que ódio dessas palavras. A menina morreu. Eu entrei, vi. Uma lágrima escorreu, apenas uma lágrima. Saí, olhei a janela do lugar e andei. A janela era espessa, translúcida, mas estava quebrada. Quem, e por quê, não sei. Mas a toquei, senti o estalo da rachadura. Era tão bela. Então sorri, cortei-me, peguei o brinco. Era o brinco que usara, mas era lindo o brilho que deixara. O brinco era sem valor e opaco ao toque. Voltei, sentei, e mais uma lágrima desceu. Eram duas.

Em uma bela noite, estava eu, rindo, olhando o céu, lembrando do momento em que parei no tempo, olhando o chão vivo da terra que pisamos. Pensei, repensei: se pudesse voltar naquele ponto e somente falar, mesmo sem olhá-la: "Eu te amo. Você me ama?". Queria escutar a voz mansa di…
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Em uma bela noite, estava eu, rindo, olhando o céu, lembrando do momento em que parei no tempo, olhando o chão vivo da terra que pisamos. Pensei, repensei: se pudesse voltar naquele ponto e somente falar, mesmo sem olhá-la: "Eu te amo. Você me ama?". Queria escutar a voz mansa dizer: "Tá bem? Claro, amor da tia...", mas só... Parei, voltei à realidade. Senti a brisa no pescoço, que mostrava-me vivo, vivo da carne que cortava, que doía, mas que mal sentia; dos gestos que não sentia, pois a rotina acabara. Lembrei que o todo se transformou em empatia, em só ajudar, pois não era nada para mim. Concluía que transformara no significado que dará à vida, que mudará a depender do tempo, mas que sempre era veloz, nada nítida, mas linda nos maiores, mais belos e horríveis dias. Não aprendera a ver o mal. Tentara imitá-lo na tristeza, mas queria rir dela. Será que aprendi a verdade, ou aprendi a desaprender? Choro, rio, grito e me descasco em sangue. Será que fui eu quem mudou, ou foste tu que nunca exististe como lembro?

Um quarto. Um sonho. Um livro. Uma caneta. Um mundo. Tantos sonhos, mas girei o pescoço, o estalei. Foi vulgar, mas queria rápido, mais rápido, mais lento. Por que NÃO FOI??? Vá... uma lágrima escorreu.
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Um quarto. Um sonho. Um livro. Uma caneta. Um mundo. Tantos sonhos, mas girei o pescoço, o estalei. Foi vulgar, mas queria rápido, mais rápido, mais lento. Por que NÃO FOI??? Vá... uma lágrima escorreu. O chão árido arranhava as mãos. Era dolorido, mas a lama manchava; não era mais manchada que o interior. O interior? Desculpe-me, não devia mencionar. Doem os meus ouvidos. Mas que som? Não tem som. MAS É INSUSTENTÁVEL. Aonde verá tanto? Pare de falar. Uma porta se abriu. Era eu. Atravessei.