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Frase de Phelipe Skyline

Meu parabéns hoje não vão para os professores, vão para os professores-educadores. Não há fórmula capaz de definir a distância entre os dois substantivos. Ser professor basta ser contratado e estar junto a uma mesa cercada de aprendizes. Ser professor-educador é ser contratado, estar junto a uma mesa cercada de aprendizes e ter o dom de fazer crescer aqueles que o cercam. Um professor-educador não quer contratos, quer amizades. O professor-educador não implora respeito, antes de mais nada, ele o exerce. O professor-educador se manifesta por aumento salarial, mas o merece de fato. O professor-educador é ao mesmo tempo o topo e a base da pirâmide, são as duas raízes da equação, e a fórmula! O professor-educador é substantivo biforme e pronome, que sozinho torna-se paradoxo. É substantivo abstrato, próprio e coletivo! É metáfora, que nos faz pensar, ligação iônica, que sem oposição de pólos tornam-se impraticáveis e células, que formam o belo ser-humano! Professores-educadores não gritam, eles fazem você perceber que está errado. Não lhe estimula a ser como ele, e sim, melhor que ele. Professores, vamos nos tornar professores-educadores! E professores educadores: minha eterna gratidão e meus eternos aplausos.

Phelipe Skyline

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Um dia eu decidi fazer só o que eu queria. Ter fé em mim, rezar para a minha alma todas as noites, e sorrir para o meu ser todas as manhãs. Certa noite eu decidi agradar só quem eu quisesse, e jurei que tudo que eu faria a partir de então era em prol da minha felicidade. Um dia e…
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Um dia eu decidi fazer só o que eu queria. Ter fé em mim, rezar para a minha alma todas as noites, e sorrir para o meu ser todas as manhãs. Certa noite eu decidi agradar só quem eu quisesse, e jurei que tudo que eu faria a partir de então era em prol da minha felicidade. Um dia eu fixei que minhas preocupações limitariam-se somente às pequenas coisas que exercem meu sorriso espontâneo. Impus aos meus quadris, que eles dançariam como se não houvesse cansaço. E que meu sorriso forçado só seria usado novamente para promover a paz. Certa vez eu expliquei ao meu cérebro que a hierarquia cultural não ajudava nas novas amizades e que, não, não tem ninguém julgando minha essência pelas ruas. Ou quase. Já faz um tempo que o pensamento do próximo não direciona meus passos. Mas jamais deixei de ama-lo. Há alguns meses eu danço funk, há alguns meses que eu cantarolo por aí, há alguns meses que o meu espírito vive em paz. Se algum dia minha existência doeu, não lembro.