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Frase de Thatu Nunes

É necessário sofrer de amor... Sofrer de amor é algo que todos já passamos, não tem jeito. Alguns sofrem mais intensamente, outros mais alcoolicamente. Tem até os que mudam de religião, de time, de casa. E cada um faz o que faz, como atitude desesperada pela dor latente, pela confusão entre querer de volta e não querer nunca mais. As postagens provocativas, filosóficas e reflexivas das redes sociais são retratos de esperança de que o outro leia e tenha um lampejo onde perceba que é melhor voltar e, mais, voltar consertado, sem os defeitos que tinha e que faziam a relação ficar complicada. Também tem os que postam inúmeras provas de que mudaram e estão melhores, para que o outro veja e pense: “Agora sim, vou voltar, porque ele mudou mesmo”. Ah, se pudéssemos ter um spoiler da vida… Íamos saber que não há nada melhor do que seguir em frente. E que se acabou, que acabe logo toda dor, sentimento e rancor. Porque sempre vem um depois. Sempre vem alguém depois. Se tem algo que eu aprendi nesta vida é que sofrer de amor é ok, uma hora essa dor passa e o que ficam são os rastros exagerados do que a gente fez tentando fingir que não doía. Então é melhor sentir tudo e não mascarar nada. Sofrer de amor, no fim das contas, é necessário. Nos faz amar melhor, escolher melhor, evoluir. Quem nunca sofreu de amor, provavelmente nunca saberá o que é encontrar um amor melhor e olhar para trás e pensar como era tolo. E cá entre nós? Nada como ver como éramos tolos e hoje estamos bem melhores.

Thatu Nunes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Thatu Nunes

E no fim, você perdeu. Você deixou escapar aquela que poderia ser sua melhor aposta, seu par de ases, para dar all-one-in em uma vida vazia, chata e que no fim de cada dia não tem nenhum colo para te acolher.
Não cuidamos bem do nosso amor… Ele não se rasgou, mas voou para longe, se atolou na lama de uma poça d’água até se desfazer. Nunca nos perdemos um do outro, mas perdemos o que havia de melhor entre nós. Perdemos a razão principal que nos unia, a única que merecia nossa dedicação…
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Não cuidamos bem do nosso amor… Ele não se rasgou, mas voou para longe, se atolou na lama de uma poça d’água até se desfazer. Nunca nos perdemos um do outro, mas perdemos o que havia de melhor entre nós. Perdemos a razão principal que nos unia, a única que merecia nossa dedicação. Jogamos fora nosso papel, que era em branco, e se tornou um “risque-rabisque” descartado e esquecido.