Frase de Gil Buena
Preenche-me de ti Não tenho do que seja meu, Quando do teu vive a me rodear. Confusos sentimentos me assaltam a alma: E dos equilíbrios, Tão puros e eternos... Efêmeros desejos, Não sabem mais em pé ficar. Então, deita-te tu em mim. Recolhe-me! Preenche-me de ti. Vigia-me! Sufoca o desamor de dor. Sorrateiramente, ganha-se cor, Faz-me flor sem pudor. Do que seja meu, em tu, morada se cria. Pondera-se a razão de não se ter solução, Nesta risca de amor, em teu ardor, Desequilibra e esfria, O que de por clemência, E vingança anistia, Meu corpo por ti ardia.
No pensador.ai desde