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Frase de Silvana Borba

PAI Como o tempo passa Quem me confirma é o espelho! Quando entrei em casa Olhei os retratos na parede Fiquei pensando na minha vida ali a tarde na cama sentada Imaginando uma grande casa de varanda e uma rede. (Nosso sonho lembra?) Ouvi aquela sua velha canção... Vi a menina cheia de sonhos indo embora do teu acalento Senti-me vazia! (Porque fui tão cedo?) Experimentei o novo, fui senhora da razão. Aprendi que o destino à gente domina Das coisas que vivi, de nada me arrependo Só que agora nem me lembro O gosto da comida que você fazia, Ou a última conversa que tivemos, A cada ano tudo fica tão longe, e teu abraço de pai era tudo que eu queria!!! Quis provar para o mundo Que eu era diferente Mas sabemos que lá no fundo Só queria te mostrar que seria independente Agora renovei meus sonhos criei outros ideais Aqui estou, com mais uma taça de vinho na mão. A menina querida que fui, já não sou mais. Tornei-me mulher com sua falta no coração Sentada vendo fotos antigas... Imaginando como poderia ter sido Se não houvesse tantas mágoas Você demorou de perdoar e essa parte da vida eu não domino Queria te falar como andam meus dias... Minha vida, minhas alegrias e tremores... Queria ser o que eu era; sua filha e amiga. Queria ouvir suas histórias e as dores... Quem sabe até ouvindo esta canção... (que você gostava tanto!) Que fala de amor fraternal e sete filhos Brindando com um copo nas mãos Passando á limpo nosso destino Quem sabe um dia, numa casinha de varanda com uma rede... Eu recordo o que você disse no dia em que me perdoou... Você disse que sentia sim orgulho dessa filha que hoje anda tão ferida E eu disse que sentia tanto, e num abraço a gente se rendeu. Muito pouco tempo depois a vida te levou... Mas quem sabe também um dia eu reencontro no espelho aquele olhar de menina Que perdi em algum lugar daquela fotografia.

Silvana Borba

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Pensador.com

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Tenho a loucura sóbria da coragem E a sabedoria inconsequente De uma mulher com pouca bagagem Mas que tem certeza do que quer, Veja o quanto eu posso te ensinar E o quanto eu sou mulher! Por não te deixar um minuto Mesmo quando tive todos os motivos Pra seguir outro rumo Eu nunca desisti... E por te amar que ainda estou aqui.

{...}. Mas como querer cobrar os atos que foram impensados ao dizer? Como eu vou pedir paciência e entendimento em minhas crises, se eu mesma sinto que perdi raízes? Minha vida foi um constante ir e vir...
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{...}. Mas como querer cobrar os atos que foram impensados ao dizer? Como eu vou pedir paciência e entendimento em minhas crises, se eu mesma sinto que perdi raízes? Minha vida foi um constante ir e vir... E como cobrar a mágoa que passei? Se tudo que penso é desistir de tudo de todos e até de mim?

NOCÊNCIA BREJEIRA Há uma inocência No teu olhar castanho mel,
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NOCÊNCIA BREJEIRA Há uma inocência No teu olhar castanho mel, Que leva-me a desobediência, Há uma malícia Ingênua no teu corpo que esconde-se atrás do teu olhar sereno. Fonte minha de amor dos prazeres e da {delicia}... Tu és todo meu alento. Minha pressa e saudade presente, Tua ausência eu já não aguento. Amor, ciúme, paixão. Misto de tudo, És a paz da melhor parte do meu coração. Desejo, curiosidade, Admiração... Rendo-me por um momento a tua autoridade, Reeduca-me, e o que eu não sei? Ensina! Repreenda-me! Mostra a realidade para tua menina, E eu do berço da vida, também te ensino. Entre minhas molecagens e encantos, Que tu és homem, com ares de menino. E brincaremos de mãos dadas para o futuro, Somos dois em um, Sempre juntos. E que caminhemos assim... Com essa mistura brejeira de nós dois, Eu pra ti e tu sempre para mim.

CANÇÕES Velhas canções de antigamente Trazem de volta para mim,
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CANÇÕES Velhas canções de antigamente Trazem de volta para mim, Momentos que enfeitaram minha mente Tempos de criança... Nostalgia, sem fim! Se essas músicas soubessem, De quanta coisa boas eu me lembro Talvez nunca envelhecessem E seriam o hit do momento. Há uma em especial, Que me devolve pedaços de felicidade Daquele tempo que não tem igual, Ah! Canções antigas por que tanta saudade?!