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Frase de Oswaldo Wendell

A lebre e a tartaruga apostaram uma corrida. Dado a partida, a lebre saiu correndo e depois de correr por um quilômetro, deitou à sombra de uma árvore e resolveu tirar uma soneca. Enquanto isso a tartaruga mal havia conseguido caminhar por um metro. Paciente e confiante ela seguiu em frente, aproveitando para jogar ao longo da estrada algumas sementes que trazia consigo. Depois de um dia a tartaruga passou pela lebre que estava dormindo e continuou seu caminho, sempre semeando por onde passava. Depois de algumas horas a lebre acordou e espantada, verificou que a estrada estava diferente de quando chegou. Ervas daninhas e venenosas haviam crescido ao longo das margens e em pleno leito da estrada de modo que ficou sem saber o que fazer. Decidiu correr na direção contrária em que veio, passando pelo meio das ervas que dificultavam o caminho. Depois de algumas horas, avistou a tartaruga que se aproximava da linha de chegada e conseguiu alcançá-la, mas a lebre estava agora machucada pelo contato com as ervas daninhas plantadas pela tartaruga. A fábula está suspensa porque agora a lebre e a tartaruga estão empatadas. A lebre é a direita folgada que nunca acreditou que a esquerda (tartaruga) pudesse tomar o poder no país. Há décadas a esquerda vem semeando suas ideias nas mentes dos brasileiros, através de teatro, tv, jornais, revistas, rádio, cinema e conta com o apoio de todos os comunicadores de massa desses veículos. Seus ensinamentos estão representados na fábula pelas ervas daninhas semeadas pela tartaruga. Implantar ideias é difícil e leva tempo. Arrancar essas ideias é mais difícil ainda.

Oswaldo Wendell

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Em nossa formação pessoal importamos ideias de pessoas com as quais simpatizamos ou julgamos dignas de respeito. Essas pessoas podem entrar em contato conosco diretamente ou através dos diversos meios de comunicação, sendo o mais comum o livro que lemos em nossa infância ou na adolescência. Essas ideias importadas - preconceitos na verdade, transformam-se nos "princípios" que regem nossa vida. E, de fato, pouca gente deveria usar a expressão "meus princípios", pois de fato não são seus. Mais acertadamente deveria usar a expressão "meus preconceitos".