Frase de Erika Rebeca
Arame farpado O corpo marcado O sangue a gotilhar Não quer curar. O vento bate E a dor arde Esse é o ardor Do não pudor. Me falta o ar Continuo a respirar Nunca padecer Crer no poder. Chega o anoitecer No olho de quem vê. Algo quer sufocar Dor de incomodar. Sem poder dizer Difícil descrever O ardor do ferimento Quando bate o vento. Vento que não vai Dor que não sai E continua sangrando Vermelho gotejando. Frio de arrepiar Vento para machucar O ardor da alma É morte calma.
No pensador.ai desde