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Frase de Francielle Covaleski Paim

- A hiperatividade tomava conta de você! –murmurou ele. Isso que ele havia dito, parecia que eu não vivia, era doentio. Que tolice minha, ele nunca mudará, mesmo depois de tantos anos. Mas o que eu jamais o contarei, era a minha evidência de sentir seu coração bater vagarosamente a cada instante que eu estava ao seu lado.

Francielle Covaleski Paim

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Francielle Covaleski Paim

Tínhamos tanto o que planejar, preencher mais as lacunas. Havia ainda grandes espaços. Não sei se ele era a pessoa ideal na minha vida. Apenas sei que, nos amávamos. Isso bastava. Deixando cicatrizes do que era real, um passado que era presente. E o futuro carregado de marcas que…
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Tínhamos tanto o que planejar, preencher mais as lacunas. Havia ainda grandes espaços. Não sei se ele era a pessoa ideal na minha vida. Apenas sei que, nos amávamos. Isso bastava. Deixando cicatrizes do que era real, um passado que era presente. E o futuro carregado de marcas que me aguarda. Ele não existia, ele definitivamente se foi porque não teve tempo suficiente para despedidas. Está em um perfeito esquife. E eu, aqui, vivendo, ou melhor, tentando. E de certa forma, lutando de um pesadelo infindável. Ele precisava adormecer com o carro em movimento? Fui completamente responsavel pelo consequente, por não pegar o volante naquelas alturas. Era letal a ponto de ser lenta e perversa a cada segundo que passava. Comprometedor e irreversível. Às pressas que o tempo tem de levar tudo consigo, de grandes desesperos até doces momentos. O nosso intermédio, é ele. Aquele que está comigo. A lembrança que me faz levantar todos os dias daquele passado extraordinariamente inconsolável que fica guardado dentro dos meus pensamentos. Era tolice minha, mas eu estou aqui por um único motivo. Ao me recuperar do temeroso e traumático acidente que resultou no término de nossas vidas. Ouvi a situação se repetir. Mas dessa vez, perdi seu filho.

Eu não sentia, não comia, não era visível, não era ninguém, pois eu apenas adivinhava o que estava por vir, pois nem sempre eu acertava, mas garantia essa afirmação, como o tempo. Nesse ponto eu era uma pessoa inexistente mesmo estando viva em máquinas, eu já tinha ideia de esta…
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Eu não sentia, não comia, não era visível, não era ninguém, pois eu apenas adivinhava o que estava por vir, pois nem sempre eu acertava, mas garantia essa afirmação, como o tempo. Nesse ponto eu era uma pessoa inexistente mesmo estando viva em máquinas, eu já tinha ideia de estar dentro de um esquife há sete palmos debaixo da terra. Eu não quero que ele se comprometa com uma transformação tola.

O dia estava tão embaçado e o céu nevoento pela chuva e então foi o último dia que nos vimos ingenuamente. E assim entramos em caminhos diferentes, não houve mais cartas ou telefonemas, emails ou contatos. Nada. Embora tivesse sido a última gota de chuva que eu vira. Apenas sonh…
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O dia estava tão embaçado e o céu nevoento pela chuva e então foi o último dia que nos vimos ingenuamente. E assim entramos em caminhos diferentes, não houve mais cartas ou telefonemas, emails ou contatos. Nada. Embora tivesse sido a última gota de chuva que eu vira. Apenas sonhos e momentos que eu relembrava. O bloqueio dos meus pensamentos era tão divisório quanto minha família e os que estavam enterrados profundamente na minha mente, certamente ele constava na lista profunda. Eu estava lá. A casa estava em chamas. O fogo era intenso e um grande choque para mim. O dia estava nublado e eu assistindo aquele teatro doloroso dentro do carro melancolicamente em que desperta na alma e no olhar vislumbre, seja discreto ou simplesmente patético. Em que o fogo se desfazia, pouco a pouco, eu atrevidamente ligava o carro e devagar e dirigia. Minhas pobres lágrimas a princípio despediam-se piedosamente daqueles coitados que meus olhos haviam observado durante toda minha existência.