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Frase de Marcelo Rissma

⁠O Diácono Metodista John Egglen Talvez Deus não te chamou para ser Spurgeon, mas sim para ser John Egglen. John Egglen foi um Diácono Metodista na Inglaterra. Ele jamais pregara um sermão em sua vida. Nunca! Ele era um Diácono, não um pregador. Mas, por necessidade, certa manhã o fez. A neve deixou sua cidade, Colchester, completamente branca. Ao acordar naquele domingo em janeiro de 1850 pensou em ficar em casa. Quem iria à igreja com aquele tempo? Então reconsiderou. Além do mais ele era o diácono, e se os diáconos não fossem, quem iria? Então, calçou suas botas, colocou o chapéu e andou quase 10 km até a igreja Metodista. Ele não foi único membro que pensou em ficar dentro de casa, pois apenas 13 pessoas compareceram. Doze membros e um visitante. Até o pastor ficou impedido pela neve. Alguém sugeriu que voltassem para suas casas. Egglen não deu ouvido, eles vieram de tão longe, então realizariam o culto. Além do mais havia um visitante; um garoto de 13 anos. Mas, quem pregaria? Pelo fato dele ser o único diácono presente, era ele que deveria pregar a Palavra. E assim pregou. Seu sermão durou cerca de 15 minutos, onde o tema da mensagem foi em Isaías 45.22 (Olhai para mim, e sereis salvos). Ele vagueou e não foi objetivo na tentativa de abordar alguns pontos. Ele não tinha eloquência e muito menos habilidades de um orador. Mas ao final, uma coragem não característica de sua personalidade aflorou, e de maneira convicta ele dirigiu seu olhar diretamente para o garoto que estava assentado nas primeiras fileiras, e o desafia: “Jovem, olhe para Jesus! Olhe firmemente para Ele. Olhe jovem”! O próprio garoto, agora um homem, respondeu: “Eu olhei, e então a nuvem do meu coração se dissipou, as trevas foram embora e naquele momento pude ver o Sol. Eu olhei e contemplei o filho de Deus na Cruz, o túmulo vazio e eu pude crer. Eu olhei, e fui invadido por uma graça tal que me fez estremecer… Então não pude resistir”! O nome do garoto? Charles H. Spurgeon. Sim, o Príncipe inglês dos pregadores, que aos 20 anos de idade já havia pregado mais de 600 sermões. Porque muitas vezes Deus usa os improváveis? Para que ninguém glorifique quem está sendo usado, mas glorifique O Deus que usa os improváveis. Pense nisso e ótima semana! No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Marcelo Rissma

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Pensador.com

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Se você não deixar o indivíduo provar o fruto amargo das próprias escolhas a seu respeito, não está sendo misericordioso; está apenas se tornando o cativeiro afetivo que alimenta a disfunção e a covardia dele.
QUANDO FALTA FORÇA, A GRAÇA BASTA Muitas vezes, esse versículo é usado como um amuleto para o sucesso financeiro ou a superação de metas terrenas. Mas a verdade bíblica é muito mais profunda e libertadora. Na perspectiva bíblica, a graça de Deus não é um salvo-conduto para o tri…
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QUANDO FALTA FORÇA, A GRAÇA BASTA Muitas vezes, esse versículo é usado como um amuleto para o sucesso financeiro ou a superação de metas terrenas. Mas a verdade bíblica é muito mais profunda e libertadora. Na perspectiva bíblica, a graça de Deus não é um salvo-conduto para o triunfalismo, mas sim a graça capacitadora (ou cooperante) que atua na nossa vontade e nos sustenta no sofrimento. É o poder de Deus aperfeiçoando-se na nossa fraqueza e nos capacitando para suportar as seguintes privações: - Em Damasco, logo após a conversão, o apóstolo precisou escapar escondido em um cesto (Atos 9.25; 2Co 11.33); - No início de seu ministério, enfrentou profunda desconfiança e rejeição por parte da igreja em Jerusalém (Atos 9.26); - Em Antioquia da Pisídia, foi severamente perseguido e expulso da região (Atos 13.50); - Em Listra, acabou apedrejado, arrastado para fora da cidade e dado como morto (Atos 14.19); - Na Macedônia, especificamente em Filipos, foi açoitado com varas e lançado na prisão (Atos 16.22-24); - Em Éfeso, enfrentou violentos tumultos incitados contra o seu ensino (Atos 19.23-41); - Em Jerusalém, foi preso, espancado pela multidão e ameaçado de morte (Atos 21.27-36). Assim, o "tudo posso" de Paulo é, na verdade, um "tudo posso suportar". É a firme convicção de que, seja na escassez, na rejeição ou na dor, a graça santificadora nos molda e nos mantém firmes. Você não é forte sozinho, mas o Espírito Santo habita em você para te dar resiliência. Pense nisso e ótima semana, Marcelo Rissma

Cinco espantalhos calvinistas contra o arminianismo: 1. O homem salva-se por si mesmo. Resposta: A salvação procede inteiramente da graça de Deus, sendo o ser humano incapaz de qualquer bem salvífico sem a ação preveniente do Espírito Santo. 2. O livre-arbítrio está acima de De…
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Cinco espantalhos calvinistas contra o arminianismo: 1. O homem salva-se por si mesmo. Resposta: A salvação procede inteiramente da graça de Deus, sendo o ser humano incapaz de qualquer bem salvífico sem a ação preveniente do Espírito Santo. 2. O livre-arbítrio está acima de Deus. Resposta: A liberdade humana é um dom concedido soberanamente pelo Criador, não rivalizando com Sua autoridade, mas manifestando-a. 3. O arminianismo nega a eleição. Resposta: Cremos na eleição bíblica e ortodoxa, a qual é condicional à fé manifesta pelo homem e pré-conhecida por Deus desde a eternidade. 4. Deus não é soberano no sistema arminiano. Resposta: Deus exerce Sua soberania ao conferir responsabilidade real às Suas criaturas, não se confundindo o governo divino com o fatalismo determinista. 5. O arminianismo é uma doutrina antropocêntrica. Resposta: Trata-se de um sistema teocêntrico, profundamente fundamentado no amor, na justiça e na graça soberana de Deus.

⁠Muitos cristãos não percebem o poder e a influência nas igrejas em que eles cultuam têm sobre eles para o bem ou para o mal. Se o ambiente for doente, gradativamente esse ambiente vai transformar sua identidade, fazendo você ficar doente e te transformando em um adoecedor de pes…
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⁠Muitos cristãos não percebem o poder e a influência nas igrejas em que eles cultuam têm sobre eles para o bem ou para o mal. Se o ambiente for doente, gradativamente esse ambiente vai transformar sua identidade, fazendo você ficar doente e te transformando em um adoecedor de pessoas como eles.