Frase de Jacilene Arruda
Sob a pena de Maat No silêncio dourado do templo antigo, Maat caminha com passo divino, Sua pena ergue-se contra o destino, Pesando verdades no fio do abrigo. O escaravelho, com asas abertas, Rola o Sol sobre a areia desperta, Renascendo o dia, quebrando a inércia, Guardião do ciclo, da alma liberta. No tribunal do além, tudo é revelado, O coração pulsa, o passado é pesado, Se leve for, a alma é coroada, Se não, Ammit espera calada. Entre justiça, renascimento e fé, O Egito canta o que Maat é: Ordem sagrada, caminho e lei, Na balança eterna onde tudo se vê.
No pensador.ai desde